quinta-feira, 20 de agosto de 2009
BRASIL VENCE PORTO RICO E DECIDE TÍTULO COM CANADÁ
Encontro de gerações no garrafão brasileiro
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
ENTREVISTA COM O TÉCNICO BERNARDINHO QUE SERVE DE EXEMPLO AOS TÉCNICOS DO BASQUETE BRASILEIROS
Pode parecer estranho que um blog que fala sobre basquete procure um treinador de vôlei para uma entrevista. Não quando este treinador é Bernardinho. Campeão olímpico, bicampeão mundial e com outro punhado de conquistas, o blog decidiu conversar com ele sobre temas que podem, sim, ser pertinentes a uma modalidade que pouco conhece palavras como “gestão”, “liderança”, “evolução”, “obsessão”, entre outras. Por isso, e sem maiores delongas, divirta-se com tanto conhecimento (Bernardinho não precisa de maiores apresentações, né?). Hoje vem a primeira parte. Amanhã, a segunda. As duas, eu garanto, imperdíveis.BALA NA CESTA:Quando falam de você, algumas palavras costumam vir ao lado de seu nome: 'estrategista', 'planejado', 'gestor', 'justo', 'honesto', 'destemido', 'carismático', 'psicólogo' etc. Todas as suas características somadas formam o que os analistas chamam de “líder ideal do século XXI”. Como foi a construção daquele levantador Bernardinho até o comandante Bernardinho, reverenciado e aclamado nos dias de hoje?
BERNARDINHO: As características expostas acima certamente compõem o perfil de um grande líder, que antes de tudo deve buscar o aprimoramento permanente de suas capacidades. Não creio reunir todas essas qualidades, e creio ser um obsessivo na busca da evolução para minimizar tantas das minhas limitações. Creio que o processo de liderança é algo contínuo, onde busco ser justo nas tomadas de decisões, planejar as ações para que atinjamos nossos objetivos, tentar permanentemente entender as pessoas (atletas), para que possa tentar motivá-las e inspirá-las. Leio muito sobre pessoas que levam pessoas ao máximo de seu desempenho, observo e principalmente me questiono permanentemente, visando meu crescimento na função de gestor de equipes.-- Há uma frase que você sempre cita do Michael Jordan que fala sobre “voltar aos fundamentos básicos”. Seus times, em geral, erram muito pouco. Como se dá este cuidado com os fundamentos no dia a dia, e como fazer com que ele (fundamento) não seja visto pelos atletas como algo supérfluo, algo que já sabem fazer sem maiores reparos?
-- Creio que a base de construção de qualquer profissional de sucesso, seja ele atleta ou não, seja o domínio e conhecimento profundo dos fundamentos que compõem e norteiam aquela atividade. Por isso nossa atenção permanente e quase paranóica com treinamento e na cobrança de execução precisa desses fundamentos. O exemplo Michael Jordan ao escolher a Universidade de North Carolina e o técnico Dean Smith é emblemático nesse sentido: ele queria se tornar um jogador completo, bom em todos os fundamentos (que defendesse e também arremessasse bem). Jordan não buscava a fama efêmera que numa escola onde fosse o grande cestinha ele poderia obter.

-- Nos seus dois livros (“Cartas a um jovem atleta”, “Transformando suor em ouro”, além dos comentários no do Michael Jordan “Nunca deixe de tentar”) há inúmeras referências a técnicos, líderes empresariais e jogadores de outras modalidades, sejam elas em filmes, livres, artigos ou revistas. Até que ponto essa sua face “devoradora de conteúdo” lhe é benéfica para comandar os atletas? Quanto de seu dia é gasto com leitura, você consegue mensurar?
-- Gosto muito de ler, principalmente biografias e relatos sobre equipes dos mais diversos esportes. Dependendo da fase, e principalmente em viagens, leio várias horas por dia. Acabei de ler The GM (Tom Callahan), que conta a história do ex-general manager do NY Giants responsável pelo recrutamento do atual quarterback (arremessador) da equipe Eli Manning, já campeão da NFL.
-- Você conseguiria citar os cinco livros que mais influenciaram a sua carreira como técnico?
-- Há vários e citarei alguns apenas alguns sem dizer que foram os mais importantes, mas de qualquer forma bem interessantes: Bo's Lasting Lessons (a história de Bo Schembechler, técnico de futebol americano de Michigan), Beyond Basketball (Coach K), Finding a way to win (BillParcels), How life imitates chess (Gary Gasparov) e Everyone is a coach (Don Shula).
-- O basquete brasileiro vem aparecendo ultimamente nos noticiários mais pelas más campanhas que obtém do que pelos bons resultados. Muito de seu mau desempenho é atribuído à falta de capacidade dos técnicos, quase sempre desatualizados e sem voz de comando perante os atletas. Como reverter isso para transformar este círculo vicioso em um ciclo virtuoso?
-- É difícil analisar de fora as razões do sucesso ou fracasso de qualquer equipe, mas creio que dispomos de grandes treinadores, preparados, estudiosos. Muitas análises foram feitas e medidas estão sendo tomadas pelo que posso observar e pelo que a última Liga Nacional nos mostrou sob o aspecto de organização, planejamento e profissionalismo. Creio que o basquete retomou a estrada correta que o reconduzirá a um lugar de destaque no cenário internacional.-- Talvez seja impossível não traçar uma comparação entre o caso do Ricardinho na seleção masculina de vôlei com o da Iziane na feminina de basquete. Como alguém, vendo de fora evidentemente, interpreta aquela atitude da atleta? Além disso, como você reage em casos de indisciplina como estes? O rigor da punição é sempre a melhor solução?
-- Não há soluções ideais. Há casos, momentos, reações, mas principalmente valores e princípios a serem respeitados evitando transgressões a todo custo. O time e os princípios fundamentais devem estar sempre acima de qualquer individualidade.
Argentinos assumem o favoritismo na Copa América de basquete
![[basquete_Argentina.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2i7EgxpGuQWzGHbKMU_FtshIKg_I0oK4fYBIFxIVUjtF5llRGBRmcyl7xUQXCBo6asL2ge2cgWbQX3o4qpS9FPtqsdCouUkXCPDF3_Zfejh64xfkN6C96sqBlxhwB_F2esb1pHhEf6SI/s1600/basquete_Argentina.jpg)
O técnico da seleção de basquete masculino da Argentina, Sergio Hernández, disse nesta sexta-feira na Cidade do México que sua equipe é a favorita para vencer a Copa América, que será disputada entre 26 de agosto e 6 de setembro em Porto Rico. Os quatro mais bem classificados na competição garantem vaga para o próximo Campeonato Mundial, na Turquia, em 2010.
isso, nos dá orgulho, nos dá responsabilidade - afirmou Hernández ao chegar à capital mexicana para enfrentar o México em um amistoso de preparação neste domingo.
Hernández assegurou que a seleção da Argentina, ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, e bronze nos de Pequim, em 2008, jogará para ganhar a Copa América.
- Vamos brigar e queremos ganhar, e por isso vamos a Porto Rico. Ter quatro vagas para dez seleções faz com que o otimismo nas equipes cresça muito. Não vejo equipe que vá (a Porto Rico) sem esperanças - disse o treinador.
domingo, 16 de agosto de 2009
Com apenas 1,62m, Natalia mostra que as baixinhas também podem jogar basquete
É possível imaginar alguém com 1,62m de altura em um time de basquete? Difícil, mas não impossível. Apelidada carinhosamente de “anã” pelas colegas, a armadora Natalia enfrentou o preconceito por ser a mais baixinha na escola e aceitou o desafio de trocar a delicadeza do balé pelo confronto físico do esporte. E, com a conquista do título sul-americano em 2008 e a chance de disputar a Copa América a partir de 23 de setembro, em Cuiabá (MT), a pequena notável não se arrepende de sua escolha.
- Mudei da água para o vinho. Eu era toda delicadinha e muita gente não acreditava que eu conseguiria jogar. Diziam que eu não passaria das categorias de base. Então,
quis provar que eu podia. Hoje, já conquistei quase tudo que queria. Só falta chegar às Olimpíadas – disse a armadora, que disputa um lugar no time com as experientes Helen e Adrianinha. Apesar de confiante em seu talento, Natalia não nega que enfrenta dificuldades muito maiores por ser a jogadora mais baixa da seleção.
- Tudo fica mais difícil. Tenho que me sobressair com mais velocidade e maior habilidade no jogo coletivo. Além disso, ainda preciso aguentar as zoações das meninas, mas já estou até acostumada – brincou.
Para o técnico da seleção, Paulo Bassul, a jogadora consegue compensar a estatura com um bom desempenho em quadra.
- A altura é um ponto franco, sem dúvida. Mas ela supera isso com outras qualidades. É uma pequena que trabalha muito forte.
SELEÇÃO SUB-19 CONQUISTOU O 3º LUGAR NO NIKE GLOBAL CHALLENGE EM PORTLAND
— Nas categorias de base, os meninos bem jovens já estão se mostrando profissionais, e isso me impressionou bastante. Dentro e fora de quadra demonstraram responsabilidade, companheirismo e grande potencial até para estarem na seleção adulta. Raulzinho e Lucas “Bebê” ainda são da sub-17. Optamos por convocá-los na sub-19 justamente para dar experiência e maturidade, porque no ano que vem estaremos na Copa América Sub-18, que também será nos Estados Unidos, lutando por uma vaga no Mundial Sub-19 de 2011. Especialmente para eles e para mim, como técnico, foi uma experiência ótima.
sábado, 15 de agosto de 2009
SANTA CATARINA FICA COM O TÍTULO DO SUB-15 MASCULINO
RIO GRANDE DO SUL É CAMPEÃO DO SUB-15 FEMININO
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A SELEÇÃO FEMININA DE BASQUETE INICIOU OS TREINAMENTOS DEFENSIVOS VISANDO O BOM DESEMPENHO NA COPA AMÉRIA EM CUIABA
Grandes companheiras dentro e fora da quadra, a pivô Alessandra e a armadora Adrianinha garantem que a equipe está bem integrada e evoluindo a cada dia. As atletas defenderam juntas o Brasil em várias competições importantes, como duas Olimpíadas (bronze em Sydney/2000 e 4º lugar em Atenas/2004), além de dois mundiais (China/2002 e Brasil/2006). Alessandra, de 35 anos, confia no trabalho da comissão técnica e aposta no sucesso do Brasil na Copa América, em setembro.
— Os treinos estão ótimos e o grupo se entendendo cada vez melhor. Estou aprendendo a jogar com atletas da nova geração, como Francielle e Natália e reencontrando antigas companheiras como Adrianinha e Helen. Todas nós estamos melhorando e até a Copa América estaremos prontas para buscar a vaga para o Mundial, o título da competição e fazer um belo espetáculo para a maravilhosa torcida brasileira — disse a pivô, campeã do mundial da Austrália (1994) e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (1996).
— É muito bom jogar de novo na seleção com uma excelente jogadora e amiga como a Alessandra. É uma motivação a mais para trabalhar e ajudar o Brasil. Os treinos estão fortes e aos poucos, vamos construindo o nosso jogo. Estamos conseguindo pegar bem as jogadas e trabalhar concentradas para crescer e corrigir os erros nesta fase de preparação — concluiu a armadora, de 30 anos.
A ala Fernanda Beling, que está em Barueri desde julho, afirma que o grupo já evoluiu muito e quem chegou depois já está totalmente adaptada ao grupo.
— A gente está crescendo bastante. Depois de um longo trabalho individual técnico e físico, estamos entrando no tático e está tudo indo muito bem. A cada treino o Paulinho coloca um elemento e assim vamos evoluindo bastante. Nos jogos-treino que fizemos contra equipes de base masculinas conseguimos colocar em prática os movimentos treinados. O aproveitamento ainda é baixo, o que é normal, já que viemos de um trabalho muscular e de quadra pesados. O que interessa é que as jogam saiam direito. O grupo está bem unido, se conhece e quem chegou já está bem entrosado — explicou Fernanda, que defenderá o time de Cataduva nesta temporada.
Com elas, era só bola na cesta!
Salve salve ! Hoje vamos contar mais uma história de um time campeão, o Centro Educacional Santa Mônica ( Jacarepaguá), Rio de Janeiro – Rj. O pai de uma das atletas, Ricardo Machado, nos enviou um ótimo e-mail e nos contou um pouco dessa equipe extraordinária.
A equipe comandada pelo técnico Guilherme Vos foi campeã da Etapa Estadual das Olímpiadas Escolares e em seguida, foi jogar a etapa nacional das Olimpíadas Escolares em Brasília, em 2005. De maneira arrasadora e incrível a equipe não perdeu nenhum jogo em nenhum dos dois campeonatos e se sagrou Campeã das Olímpiadas Escolares 2005 – Etapa Nacional, na categoria basquete feminino 15-17 anos.
Fernanda Machado, Kaká, Natália Sivuca, Mariana, Lais, Clarissa Santos, Roseane e Aline foram os nomes das craques que levaram o nome do Centro Educacional para o topo do pódio. Vale lembrar que a Clarissa (pivô), saiu da equipe para jogar no VAGOS, de Portugal, com direito a renovação de contrato para a próxima temporada e tudo!
Do time campeão da Olímpiadas Escolares restam poucas meninas em ação, jogando como federadas e como atletas Universitárias. Clarissa foi convocada para a fase de treinamentos da seleção brasileira feminina adulta e voltará para jogar no VAGOS de Portugal. Natália e Mariana ainda jogam, como federadas, pelo GRESEP Mangueira, já que, como em todos os outros clubes pelos quais jogaram, o basquete feminino acabou.
No final do e-mail, Ricardo Machado nos deu um depoimento emocionante:
A “safra” 1989-1990 foi mais uma de muitos talentos jogados fora no Rio de Janeiro. Como o técnico (no caso nos clubes) e professor de Educação Física (escolas), seguiam pela mesma paixão que Guilherme Vos as conduzia a prática do basquete. Jogavam por
alegria, por amor ao Basquete, por afinidade e dedicação ao seu técnico. Espero que iniciativas como essa do globoesporte.com ajudem a levantar essa bandeira em prol do esporte escolar e do basquete feminino. Foi um sonho que um dia, como pai de atleta, eu tive…
Moncho fecha a lista de 12 e vai para a Copa América com apenas um armador
Armador nato, só um: Marcelinho Huertas. Para a reserva dele, o Brasil terá de improvisat na Copa América, que começa no dia 26, em Porto Rico, e vale quatro vagas para o Mundial de 2010. O técnico Moncho Monsalve fechou nesta sexta-feira a lista de 12 nomes para a competição e surpreendeu ao incluir nela o ala Diego, que disputou o NBB como reserva do Brasília. O armador Fúlvio, que brigava pelas últimas vagas, ficou fora. Duda, do Flamengo, teve seu lugar garantido na lista.
Duda, que joga originalmente na posição de ala-armador, pode ser usado como armador, assim como Leandrinho, para ajudar na reserva de Huertas. Diego, que não estava na convocação inicial e entrou no grupo no meio da preparação, conquistou a confiança de Moncho. Fúlvio, Teichmann e Jefferson ficaram fora da convocação.
- Definir os 12 jogadores para defender o seu país numa competição tão importante é uma tarefa muito difícil para um treinador. Jefferson, Teichmann e Fúlvio foram muito importantes nos treinamentos do Brasil e quero agradecer aos três por sua dedicação e profissionalismo. Antes da Copa América, vamos disputar a Copa Tuto Marchand contra três adversários que estarão na briga direta por uma vaga no Mundial de 2010 (Argentina, Canadá e Porto Rico). Precisamos aproveitar esse torneio e os últimos treinamentos para acertar os detalhes necessários - afirmou Moncho.
A delegação viaja para Porto Rico na noite de sábado, às 21h20m. A Copa Tuto Marchand começa no dia 18, em San Juan. O Brasil enfrenta a Argentina na estreia e, depois, pega Porto Rico e Canadá. A Copa América vai de 26 de agosto a 6 de setembro, no mesmo local.
| Jogador | Posição |
| Marcelinho Huertas | Armador |
| Duda | Ala-armador |
| Leandrinho | Ala-armador |
| Alex Garcia | Ala-armador |
| Jonathan Tavernari | Ala-armador |
| Marcelinho Machado | Ala |
| Guilherme Giovannoni | Ala |
| Diego Pinheiro | Ala |
| Olivinha | Ala-pivô |
| Anderson Varejão | Ala-pivô |
| JP Batista | Pivô |
| Tiago Splitter | Pivô |
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Longe da seleção há três anos, Helen destaca evolução do jogo de contato
Helen passa suas experiências às mais novas
Com seis títulos sul-americanos e quatro participações em Olimpíadas, Helen tenta passar um pouco do que já viveu com a seleção às mais novas. Favorável à transição de gerações no grupo, a armadora acredita que a melhor forma de integrar as jogadoras mais jovens é mantendo as experientes na equipe.
- Está na hora da seleção ser renovada, mas ainda precisa dessa mescla. Tem que ter a força da juventude combinada com a tranqüilidade e a experiência das mais velhas. Precisa disso tudo junto para dar certo – disse Helen. Segundo Nádia, Helen é fundamental para a evolução de seu jogo. - Ela é uma referência dentro e fora de quadra. Sempre dá dicas sobre detalhes que podem ajudar a gente – lembrou a pivô.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
BRASIL PERDE A SEMI-FINAL PARA OS ESTADOS UNIDOS NA COPA AMÉRICA SUB-16
Entre as americanas, destaque para Kaleena Jordan Lewis (24 pontos) e Ariel Chanel Massengale (23).
A cestinha brasileira foi a armadora Stephanie Oliveira, do CFE Janeth, com 15 pontos, em 15’.
Olhando a coisa pelo lado Pollyanna, a diferença de 51 pontos foi a menor que as americanas conseguiram aplicar até agora na competição. Antes República Dominicana (111), Porto Rico (77) e Argentina (60) haviam sido as vítimas do atropelamento.
Que isso sirva de estímulo para as meninas na decisão do bronze (e da última vaga para o Mundial) amanhã.
— Fizemos um bom primeiro tempo. Entramos com uma proposta de jogo com uma defesa fechada, pressionando a jogadora com a bola, uma vez que as americanas têm no rebote um de seus pontos fortes. Nos dois períodos finais, rodei mais o time para dar ritmo para quem estava jogando menos e descansar as jogadoras para o jogo decisivo de sexta-feira. Tivemos inteligência nas finalizações e, apesar da derrota, saímos com moral, pois tivemos vários momentos bons na partida, com ótimas situações de cesta. Canadá e Argentina têm estilos diferentes. As argentinas jogam com mais contato e, como as atletas são baixas, atacam mais aberto. As canadenses contam com pivôs muito altas, têm um bom aproveitamento nos arremessos de dois e três pontos e jogam mais leve na defesa. Nós estamos confiantes para conseguir a vaga para o Mundial e não importa se o adversário será o Canadá ou a Argentina. Temos que fazer a nossa parte, jogando com garra e determinação para vencer — comentou o técnico César Guidetti.
Na outra semifinal, o Canadá derrotou a Argentina por 66 a 59. Estados Unidos e Canadá disputam o título e estão classificados para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2010. A terceira vaga será decidida entre Brasil e Argentina.
ESTADOS UNIDOS (21 + 24 + 32 + 28 = 105)
Vaioletana (11pts), Steward (3), Hartman (4), Massengale (23) e Williams (8). Depois: Lewis (24), Laney (11), Stokes (1), Burdick (2), Adams (12), Graves (6) e Standish (0). Técnica: Barbara Nelson.
BRASIL (20 + 10 + 14 + 10 = 54)
Drielle (3pts), Erika (7), Júlia (2), Thamara (3) e Raquel (0). Depois: Alana (0), Stephanie (15), Vanessa (8), Isabela (5), Juliana (3), Martha (4) e Natália (4). Técnico: César Guidetti.
Com calendário definido, NBA terá Shaq no jogo inaugural da temporada 2009/2010
Shaquille O'Neal já tem data marcada para sua estreia oficial pelo Cleveland Cavaliers na NBA. O time do brasileiro Anderson Varejão e do craque LeBron James faz o jogo inaugural da temporada 2009/2010, em casa, no dia 27 de outubro, contra o Boston Celtics. O jogo será uma repetição da inauguração da Liga do ano passado, quando os Cavs enfrentaram os campeões em 2007/2008.
Confira o calendário completo no site da NBA
No mesmo dia, o atual dono do título da NBA, Los Angeles Lakers, inicia sua caminhada rumo ao bi diante dos rivais da cidade, o Los Angeles Clippers, no Staples Center. E os Lakers terão um componente importante a seu favor no começo da competição: 17 dos 21 primeiros jogos serão disputados em casa.
Também no dia 27, o Washington Wizards enfrenta o Dallas Mavericks, e o Houston Rockets joga contra o Portland Trail Blazers. O campeão da Conferência Leste, o Orlando Magic, faz seu primeiro jogo no dia seguinte, em casa, contra o Philadelphia 76ers, na estreia de Vince Carter pelos Magics.
Os brasileiros Nenê e Leandrinho estream também no dia 28. O pivô do Denver Nuggets tem pela frente o Utah Jazz, enquanto o Phoenix Suns encara os Clippers. O time de Los Angeles, aliás, é um dos quatro que jogam duas vezes na primeira rodada, além Boston, Cleveland e Houston.
A temporada 2009/2010 da NBA tem data final marcada para 14 de abril. Ao todo, cada um dos 30 times entrará em quadra 82 vezes.
Técnico da Argentina dá a receita para chegar ao topo: disciplina e jogo coletivo
Campeã olímpica em Atenas-2004 e bronze em Pequim-2008, a Argentina vem dominando, com sobras, o basquete sul-americano. Enquanto o Brasil tem o NBB engatinhando e luta para reconquistar seu espaço no cenário internacional, os hermanos colhem os frutos de um trabalho que começou há 25 anos, com a criação de uma liga nacional forte. Sem astros como Ginóbili, Nocioni e Oberto, a seleção está no Rio de Janeiro para a disputa de um torneio amistoso contra brasileiros, uruguaios e australianos, na sexta e no sábado. Após o treino de sexta-feira, no Maracanãzinho, o técnico Sérgio Hernández conversou com o GLOBOESPORTE.COM e explicou como a Argentina passou de país desacreditado para potência do basquete mundial.
GLOBOESPORTE.COM: A Argentina já passou por um período difícil, quando ficou muito tempo sem participar das Olimpíadas, mas hoje joga dentro de uma filosofia vencedora que independe da participação das estrelas. O que é preciso para chegar a este nível?
SERGIO HERNÁNDEZ: Assim como o Brasil, a Argentina sempre teve bons jogadores. São dois países que historicamente produzem bons nomes, mas não tínhamos uma organização muito boa no nosso país até 25 anos atrás, quando começou a Liga Nacional, com uma boa estrutura. Isso fez o basquete argentino ter um crescimento muito forte. O que também não tínhamos era experiência internacional. Mas aí veio o êxodo para outros centros, e isso aconteceu no momento exato. Porque não é bom quando eles saem muito jovens. Ginóbili, Nocioni, Oberto, Pepe Sanchez, Hermann, todos jogaram primeiro na Liga Nacional, três ou quatro anos, e depois foram para a Europa. Começaram a entender que o basquete argentino era lindo, mas faltava algo para competir com os melhores. Faltava disciplina, sentido de jogo coletivo. Há 15 anos, nossos jogadores tinham em seus quartos pôsteres de Bodiroga [Dejan Bodiroga, ex-jogador iugoslavo]. Depois começaram a jogar com Bodiroga, contra Bodiroga, e passaram a ganhar de Bodiroga. Com isso eles ficam muito melhores e, quando voltam à seleção, exercem todo o seu conhecimento. Além disso, a Argentina sempre tem um caráter muito forte, uma personalidade muito forte. Mesmo com poucos habitantes [40 milhões] e sem uma grande estrutura, nossos esportes coletivo sempre se destacam pela personalidade, pelo caráter e pela solidariedade. Foi assim que o basquete conseguiu, há cerca de 10 anos, uma identidade, uma filosofia. E se essa filosofia é respeitada por Ginóbili, por Nocioni, por Montecchia, como é que os outros não vão respeitá-la?
"O Brasil tem mais potencial, jogadores melhores atleticamente, mas a Argentina joga melhor coletivamente"
Brasil e Argentina têm uma rivalidade muito grande no esporte, mas os brasileiros em geral admiram muito o basquete de vocês e o têm como modelo. Você tem consciência dessa admiração?
Sim, sim. O brasileiro é muito autêntico, e não tem problema em dizer "nós somos melhores nisso, vocês são melhores naquilo". O Brasil tem mais potencial, jogadores melhores atleticamente, mas a Argentina joga melhor coletivamente. Os próprios jogadores admitem isso. Sabemos que os brasileiros têm admiração pelo nosso basquete, mas nós também invejamos a quantidade de atletas que vocês têm com o biótipo para jogar basquete.
O maior astro do seu time para a Copa América é o Luis Scola, um jogador que tem muitas semelhanças com o nosso pivô Tiago Splitter. Primeiro, porque jogaram juntos e se admiram. Segundo, porque sempre atendem às convocações da seleção. Fale um pouco sobre esses dois atletas.
Eles são muito amigos. Luis tem uma admiração e um carinho muito grande por Tiago, e vice-versa. Isso é o mais importante. São dois exemplos. Não apenas porque sempre estão na seleção, mas porque sempre chegam com o pensamento positivo. Não adianta estar sempre e pensar apenas nele, não pensar na equipe. Tiago tem corpo brasileiro e mentalidade internacional. Tem uma grande formação basquetebolística, sem dúvida é um dos melhores.
" O Brasil já teve seu momento com Oscar, Marcel, Carioquinha, todos juntos, assim como Ronaldo, Rivaldo, Bebeto e outros no futebol. Mas nem sempre é assim que acontece. É preciso aproveitar esses momentos e trabalhar sempre para as próximas gerações"
O armador Pablo Prigioni ainda não se apresentou. Você ainda tem esperanças de contar com ele para a Copa América?
É muito difícil. Se a situação dele não estiver solucionada no domingo, quando voltamos à Argentina, ele não jogará.
Isso significa que você terá de usar mais um substituto no time titular. E falando nisso, sempre se cogita como vai ser a seleção argentina quando a geração atual sair de cena. O que podemos esperar dos jovens que vão ocupar o lugar de Ginóbili, Nocioni & Cia?
Fala-se muito sobre isso na Argentina. É difícil dizer ao torcedor que já existe outro Ginóbili, porque não é assim que funciona. Precisamos ter paciência e, a cada ano, mudar aos poucos a geração. Ganhamos a medalha de ouro em Atenas e o bronze em Pequim com vários jogadores diferentes entre essas duas equipes. O Brasil já teve seu momento com Oscar, Marcel, Carioquinha, todos juntos, assim como Ronaldo, Rivaldo, Bebeto e outros no futebol. Mas nem sempre é assim que acontece. É preciso aproveitar esses momentos e trabalhar sempre para as próximas gerações.
Varejão vira personagem de história em quadrinhos de Mauricio de Sousa
Depois de chegar à seleção brasileira e a NBA, jogar ao lado de astros como LeBron James e, na próxima temporada, Shaquille O'Neal, o brasileiro Anderson Varejão vai ser homenageado pelo desenhista Mauricio de Sousa. O criador da Turma da Mônica transformou o ala-pivô do Cleveland Cavaliers em personagem de história em quadrinhos. Animado com a novidade, Varejão conta que o projeto ainda está no início. "Ainda não tenho muita certeza de como vai ser. Acredito que o Maurício de Souza vai me encaixar em alguns quadrinhos e criar a minha revistinha também", disse o jogador.
SELEÇÕES BRASILEIRAS SE ENCONTRAM EM BARUERI
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Time de Leandrinho derrota equipe de Varejão, em jogo beneficente
Além de atletas da seleção brasileira, Leandrinho e Varejão convidaram jogadores da NBA. Varejão e Shawn Marion fizeram um duelo a parte para ser o cestinha do duelo, mas o norte-americano se deu melhor e fez 31 pontos, contra 30 do brasileiro.
"Foi um jogo especial, gostaria de agradecer a todos que vieram e se divertiram com a gente. Fiquei feliz de ver as famílias juntas, sorrindo, vendo de perto esse show, e foi uma honra poder proporcionar isso aos meus pais e aos pais brasileiros" afirmou Anderson Varejão, que há cinco anos é o camisa 17 de Cleveland.
O placar ficou sempre muito apertado, as duas equipes se alternavam no marcador. A torcida pode acompanhar de perto um show de enterradas e de pontes-aéreas. Varejão distribuiu suas tradicionais perucas para os torcedores.
"Esse jogo alcançou o seu objetivo, uma oportunidade de ajudarmos a todos que precisam. E era isso que todos nós queríamos, uma festa para o público brasileiro. Foi o meu primeiro 'Dia dos Pais' e foi um dia maravilhoso", destacou Leandrinho Barbosa, que atua pelo Phoenix há seis temporadas.
Ao todo, os brasileiros reuniram oito jogadores estrangeiros: Drew Gooden (Dallas), Devin Brown (New Orleans), Shawn Marion (Dallas), Keith Bogans (Milwaukee), Danny Granger (Indiana), Amir Johnson (Milwaukee), Ryan Hollins (Minnesotta) e Coby Karl (DKV Joventut).
Entre os brasileiros convidados, foram dez atletas de seleção: Duda, Marcelinho Machado, Marcelinho Huertas, Jefferson William, JP Batista, Alex, Olivinha, Fúlvio, Tiago Splitter e Guilherme.
domingo, 9 de agosto de 2009
VAREJÃO E LEANDRINHO ENCANTAM CRIANÇAS
terça-feira, 4 de agosto de 2009
JOGADOR NEZINHO É CONTRATADO PELA EQUIPE DO BRASILIA QUE FARÁ UMA EXCURSÃO PELA ÁSIA E EUROPA
"Trouxemos um jogador de característica agressiva para agregar valor ao jogo externo", explicou o técnico Lula Ferreira, que já treinou o atleta no COC/Ribeirão Preto e na seleção brasileira, onde teve um problema de indisciplina com o mesmo durante o Pré-Olímpico de Las Vegas em 2007.
"Esta situação foi resolvida ainda nos Estados Unidos. Ele foi ao meu quarto conversar comigo e até chorou. Fiquei chateado? Claro, mas foi um erro, um deslize e está tudo bem entre nós. Continuamos nos falando, sem nada de anormal", explicou Lula.
O Brasília também manteve a base do time vice-campeão nacional, confirmando a permanência de Valtinho, Alex, Arthur, Estevam e Marcio Cipriano. "Fizemos uma boa campanha na temporada passada, conquistando todos os títulos que disputamos, menos o NBB. Claro que gostaríamos de ter vencido este também, mas nos saímos bem, com um bom time. A ideia era dar continuidade ao trabalho", disse o técnico.
Preparação
Sem contar com um Estadual de qualidade para se preparar para o NBB, o Brasília fará uma excursão pela Ásia e pela Europa. A primeira parte será um torneio amistoso internacional na China, entre 9 a 29 de setembro, e que deve contar com a participação de Real Madrid, da Espanha; Dínamo Moscow, da Rússia; e Panathinaikos, da Grécia. "Isto será uma preparação muito boa para a temporada que vamos ter", avalia Lula.
Já classificado para as próximas edições da Liga Sul-Americana e da Liga das Américas, o time brasiliense também disputa como convidado o Amsterdam Haarlem Basketball Week 2009 e Copa Natal, no mês de dezembro, em Amsterdã, Holanda.
BOI NA LINHA
Leio no site do O Globo que o Instituto Mirante, ONG presidida por Fernando Sarney, filho de José Sarney recebeu R$ 220 mil da Eletrobrás para financiar projetos culturais no Maranhão, mas R$ 116 mil foram parar em contas de empresas ligadas à família Sarney. Que beleza, né?Mas o que isso tem a ver com o basquete, você pode estar se perguntando. É simples: a Eletrobrás patrocina a CBB desde 2003 - o acordo, aliás, foi intermediado pela família Sarney. No mesmo ano, membros do clã Sarney estiveram no Pré-Olímpico em San Juan, Porto Rico. Dois anos antes (2001), como que por milagre, houve uma Copa América Feminina no Maranhão.
Espera-se, sinceramente, que não exista nenhum problema envolvendo a CBB e a Eletrobrás, mas como o assunto é verba pública é sempre bom a gente ficar de olho.
A VIDA DE MICHAEL JORDAN
O Hall da Fama (Springfield, EUA) decidiu antecipar os festejos para a entrada de sua turma de 2009 (11 de setembro, mais exatamente). O pessoal de lá recebeu a doação de US$ 250 mil da Nike e fez uma linda cesta: desde sábado (1º de agosto), os 23 pares de tênis usados por Michael Jordan durante sua carreira, todas as suas camisas, os melhores momentos dos seus títulos na NBA e seus momentos por North Carolina e pelo Dream Team norte-americano estão abertos ao público em uma espécie de museu-interativo (ok, se quiser chamar de santuário, está valendo também!). Ah, para mostrar que o lance é completo mesmo, tem até uma luva de baseball utilizada por MJ durante seus tempos longe da bola laranja.
A ARMADORA ADRIANINHA REFORÇA A SELEÇÃO BRASILEIRA
domingo, 2 de agosto de 2009
BRASILEIRO SUB-15: MATO GROSSO DO SUL É CAMPEÃO
ADRIANINHA EM ENTREVISTA EXCLUSIVA A MARCOS DO CARMO
Mas ela não parou por aí; depois de atravessar as mais altas montanhas e os mais profundos mares, chegou a terras estranhas e mesmo lá, viveu também seu grande amor que descobriu que estava dentro de si mesma: o basquete! Este sim, sempre foi seu verdadeiro amor com quem ela deseja viver com ele por toda a vida.
Estados Unidos, Rússia, Croácia são alguns dos países em que atuou e hoje ela defende o Faenza da Itália e está no Brasil para servir a seleção brasileira que disputará a Copa América, competição classificatória para o Mundial.
Adrianinha é medalhista olímpica.
A bela e simpática Adrianinha que é filha da dona Zenaíde, irmã do Eduardo e mãe da bela Aaliyad, americana de nascimento e hoje com seus três aninhos já tem a beleza e a simpatia da mãe, me recebeu em sua casa, em Franca e concedeu esta entrevista:
1) CHUÁ – Como você se sente na sua atual equipe o Faenza?
ADRIANINHA - Eu me adaptei muito bem na Itália, fiz muitas amizades e tenho ótimos relacionamentos e tenho grande carinho por todos aqueles que gostam de basquete
2) CHUÁ - E nos Estados Unidos, parece que as estrangeiras não são muito bem aceitas, é verdade?
ADRIANINHA – Não é bem assim. É que pela grande quantidade de excelentes jogadoras do mundo todo que atuam lá, então tem que ser uma jogadora diferenciada,mas eu gostei de lá, pois tudo que você faz é valorizado não é só os pontos não e muito bem organizado.
3) CHUÁ – Como é jogar no exterior, sua família aqui, sua filha, seu marido, como administrar tudo isso?
ADRIANINHA – É difícil, minha filha Aaliyad tem três anos, nasceu nos Estados Unidos, meu marido também joga basquete, que é americano, o conheci na Itália e ás vezes passamos grande tempo sem nos vermos. Nossa carreira é curta e temos que cuidar bastante. A temporada da Europa é oito meses e quando estou de férias, tenho que me cuidar, fazer academia. Agora, a saudade da minha mãe e toda minha família é enorme. Eu que sai de casa aos 13 anos para jogar e há 8 anos, estou no exterior
4) CHUÁ – Como você se sente ao ver nosso basquete feminino sendo tratado em desigualdade (inferior) com o masculino?
ADRIANINHA – Não é só aqui, no mundo todo é assim, salários inferiores, é uma cultura, não muda, só o carinho dos nossos torcedores que é sempre igual.
5) CHUÁ – Com o NBB, a diretora Hortência, o que você espera?
ADRIANINHA – A esperança é a última que morre, tenho certeza que teremos novos dias de um futuro melhor.
6) CHUÁ – Um país mais exótico e teve mais dificuldades?
ADRIANINHA – A Rússia. Frio de até 30 graus negativos, a comida toda diferente, custo de vida altíssimo, a gente ganha em euros, mas também gasta em euros, o idioma, só uma jogadora do time falava em inglês e na verdade, a gente só “falava” o idioma universal do basquete. Mas quando fui para os Estados Unidos, não falava inglês, e tudo isso é uma luta. Dava medo de viajar de avião, pois eram aviões bem antigos, da era do Lênin, pareciam aviões de guerra.
7) COMO ESTÁ O BASQUETE DO BRASIL ATUALMENTE?
ADRIANINHA – O Brasil vem mantendo seu bom nível internacionalmente, está tecnicamente entre o basquete americano e o europeu tendo um pouco de cada e vai ganhar a vaga para o Mundial sim.
Adrianinha, agora uma competição de arremessos de TRÊS
CHUA – Uma cidade
ADRIANINHA – Franca
CHUÁ – Um país
ADRIANINHA – Brasil
CHUÁ – Amor
ADRIANINHA – Família
CHUÁ – Prato preferido
ADRIANINHA – Arroz com feijão, ovo e salada de tomate.
CHUÁ – Um sonho
ADRIANINHA - Ver minha filha se formar e se realizar.
CHUÁ – Um filme
ADRIANINHA – A cor púrpura
CHUÁ – Um livro
ADRIANINHA – Todos da Zibia Gasparetto
CHUÁ – Deus
ADRIANINHA – Se estou aqui e tudo que tenho, foi por Deus.
CHUÁ – AMIZADE
ADRIANINHA – Minha família
CHUÁ - Uma mensagem para quem gosta de basquete e de você.
ADRIANINHA – Eu aprendi tudo com o basquete, devo tudo a ele. O basquete é um jogo de amor e que me mostrou como amar a vida as pessoas. Quem for se dedicar ao basquete que o faça com todo amor que tiver.
CHUÁ – Adrianinha, muito obrigado pela atenção e sempre fui e sempre serei um torcedor seu.
ADRIANINHA – Obrigada e encontraremos em Cuiabá.
