quarta-feira, 31 de março de 2010
SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-18 DEPOIS DO TITULO NO SUL-AMERICANDO SE PREPARA PARA COPA AMÉRICA !!!
domingo, 28 de março de 2010
BASQUETE FEMININO DE NOVA MUTUM É INTEGRADO AO PROGRAMA DESPERTANDO TALENTOS PATROCINADO PELO BANCO SICREDI
segunda-feira, 15 de março de 2010
SELEÇÃO SUB-18 VENCE O AMISTOSO CONTRA O CHILE NOVAMENTE
quinta-feira, 11 de março de 2010
JOGADORA JOICE DE 17 ANOS REALIZA UM SONHO! !
A garota, que jogava futebol, não queria saber de basquete. "Eu não gostava, mas tinha um professor de educação física que ficava me chamando para jogar. Um dia, de tanto ele falar, eu fui no treino, mas eu não gostei. No dia seguinte, fui de novo e não parei mais", conta. O primeiro contato com o basquete aconteceu aos 13 anos na Associação de Basquetebol Cachoeirense (Abasca), onde ficou por dois anos.
Neste período, Joice foi convocada para a seleção carioca sub-15, onde conquistou o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro da categoria. "Foi lá no Rio Grande do Sul e o Alexandre Escame (técnico) me viu jogar e me chamou para ir jogar no APAB/Barretos", relata. Da região serrana do Rio de Janeiro, Joice veio para o interior paulista com 16 anos, sozinha, em busca de um sonho.
"Minha mãe apoiou minha decisão. Ela sabia que eu queria vir e pensou no meu futuro", explica. Em Barretos, a ala foi campeã no Campeonato Paulista da categoria Infanto e convocada para integrar a seleção paulista, também campeã em 2009.
Com todas as chances que tem aparecido, a expectativa é fazer carreira como jogadora de basquete e ajudar a família. "Minha mãe é diarista, mas ela não está trabalhando. O dinheiro que eu recebo no Barretos eu mando para ela", diz a jovem. Questionada se um dia pretende trazer a família para mais perto, ela é enfática. "Não. Vou ajudá-los, mas quero que eles fiquem lá, porque eu gosto muito da cidade."
terça-feira, 9 de março de 2010
POLYANA DO MATO-GROSSO E BRENDA DO RIO GRANDE TREINAM COM A SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-15
segunda-feira, 8 de março de 2010
JANETH NO COMANDO DA SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-15
Dentre as várias coisas que a nova gestão da CBB tem feito de maneira correta, uma delas é o investimento que tem sido feito em Janeth. Para se ter uma idéia, no sábado o jornal O Globo divulgou que a atual técnica da Sub-15 participará, ao lado de outros atletas e ex-atletas, do curso "Fundamentos da Administração Esportiva", que começa no próximo dia 15, no Rio de Janeiro. De verdade, ótima tacada.Aos poucos, o que se vê é que a face de "ex-jogadora" de Janeth vem sendo substituída pela de uma gestora de equipes. Nas poucas conversas que tive recentemente, ouvi dela sempre pontos muito positivos: vontade de estudar, reciclagem no exterior, desejo de ouvir a todos.

A CBB, que tanto tem acertado, poderia ajudar um pouquinho a mais naquilo que Janeth ainda se ressente: na bagagem tática. Mandá-la para clínicas no exterior (a do trio Messina, Aíto e Obradovic seria uma boa) e para assistir semanas de treinos com conceituados técnicos da Europa e EUA dariam a Janeth ainda mais ferramentas para que ela se torne, em breve, a ótima treinadora que todos esperamos dela.
sábado, 6 de março de 2010
DUAS GAUCHÁS TREINAM COM JANETH NA SELEÇÃO SUB-15
quinta-feira, 4 de março de 2010
BRASILEIRAS TROCAM O FEIJÃO PELO SONHO DE BRILHAR NO BASQUETE UNIVERSITÁRIO DOS ESTADOS UNIDOS
Com a quadra às escuras, nem parecia véspera do início do campeonato. Empilhadas na mesa, pizzas de pepperoni e latinhas de refrigerante embalavam um papo animado sobre todos os assuntos – menos basquete – na única sala acesa do ginásio Tucker Coliseum. Era uma noite de domingo, 15 de novembro do ano passado, e o frio, para surpresa geral, ainda não tinha dados as caras em Russellville, pequena cidade ao sul dos Estados Unidos. Entre uma e outra risada, era difícil imaginar que os três meses seguintes seriam memoráveis para a Universidade de Arkansas Tech na disputa da Divisão 2 da NCCA. E o melhor: com tempero verde-amarelo.
Taise, Samanta e Natália: talento brasileiro a serviço da Universidade de Arkansas Tech, nos EUA
Nós ralamos bastante e estamos longe da nossa cultura, das nossas famílias. Mas viver essa experiência aqui conta muito (Samanta)"
brasileiras vivem uma realidade que não existe nem nos clubes profissionais do basquete brasileiro (veja no vídeo abaixo). Mas é claro que elas sentem falta de muita coisa. Cada uma já tem sua lista:
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– Tapioca, guaraná, suco de maracujá e, no topo do ranking, pão francês – suspira a ala-pivô paulista Natália, titular em todos os jogos da temporada e um dos destaques do time, com média de 15,5 pontos e 7,7 rebotes por partida.
– Um carregamento de feijão, arroz, bife e batata frita, de preferência pronto – acrescenta a pivô Taise, também de São Paulo.
– Erva para tererê, suco natural de fruta e... coxinhaaaaaaa!!!! – sonha a ala Samanta, nascida em Toledo, no Paraná. As outras imediatamente concordam e ficam indignadas com a inexistência de coxinha de galinha por aquelas bandas.
Taise, Natália e Samanta fazem graça na entrada da universidade: bom humor nas horas vagas
– É lógico que eu gostaria de estalar os dedos e estar numa cidade como Boston, para poder ir aos shoppings, aos parques. Mas a gente se diverte, viu? Não importa o lugar, mas as companhias – explica Samanta, que acaba de completar 22 anos.
No vestiário, cada jogadora tem local reservado, com tênis, uniforme e plaquinha com o nome
– Eu amo comer! Então estou sempre querendo sair para comer com as meninas. E vamos à casa do Julio cantar um karaokezinho – diverte-se a pivô de 23 anos.
Taise, também de 23, concorda e vê um lado positivo em morar longe da badalação.
– Os karaokês na casa do Julio são os mais engraçados. Mas morar numa cidade pequena ajuda. A gente se concentra 100% no basquete e nos estudos. Eu passo muito tempo no computador falando com a galera no Brasil – conta a pivô, que mudou seu curso para Relações Públicas no último semestre.
Na hora de falar sério, as meninas sabem que a sorte grande bateu na porta, com a oportunidade de jogar basquete com estrutura de primeiro mundo e, de quebra, receber uma educação de alto nível nos EUA.
- Nós ralamos bastante e estamos longe da nossa cultura, das nossas famílias. Mas viver essa experiência aqui conta muito – avalia Samanta, que estuda Relações Internacionais.
Aluna de Hotelaria/Turismo e Administração de Eventos, Natália até brinca com as poucas opções de divertimento ("Vida social? Não tenho uma!"), mas sabe que está fazendo a diferença longe de casa.
– Por ser uma cidade pequena, não somos só mais um número aqui. Somos tratadas como pessoas, sabem o nosso nome, de onde nós somos e o que nós fazemos. Às vezes sabem até demais – brinca.
CARLOS COLINA É O NOVO TÉCNICO DA SELEÇÃO ADULTA FEMININA DE BASQUETE
segunda-feira, 1 de março de 2010
NOVA MUTUM TERÁ BASQUETE FEMININO
Horários dos treinos do colégio Piaget:
Masculino – quarta (17;30 as 18:30) e sexta (16:40 as 17:40)
Feminino – sexta (15:30 as 16:40) e sábado (9:00 as 10:00)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
COMEÇARAM OS TREINOS DE BASQUETE EM NOVA MUTUM
TÉCNICA JANETH CONVOCA 31 JOGADORAS PARA PRIMEIRA FASE DO TREINAMENTO DA SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-15
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
CONFIRA O NOVO FOMATO DO BRASILEIRO DE BASE
sábado, 23 de janeiro de 2010
MARCELINHA A NOVA REVELAÇÃO DO BASQUETE CARIOCA !!!!
Revelação do basquete pernambucano troca a Ilha do Retiro pela General Severiano, no Rio de Janeiro
Desde que começou a ser convocada para disputar o Campeonato Sul-americano de basquete pelo Sport, em 2007, Marcelinha Rocha despertou o interesse do Botafogo-RJ. Passaram-se dois anos e o clube carioca ainda mantinha o desejo de tê-la em seu elenco. No fim do ano passado, veio a proposta oficial para a pernambucana que, com total apoio da família, aceitou o desafio de se transferir para o clube da Estrela Solitária, com apenas 16 anos.
A viagem acontece nesta terça-feira. Nos primeiros dias no Rio de Janeiro, a armadora terá a companhia da mãe, a autônoma Márcia Rocha. Depois de instalar a filha, Márcia retorna. Já Marcelinha assume a responsabilidade inerente aos atletas que optam em morar longe de casa. "Já sei que vou estudar no Colégio Santa Mônica. Como não acertei nada sobre a moradia minha mãe vai comigo. O contrato também vou assinar quando chegar lá. Sei que vou sentir muita falta do chamego da minha família. Tomara que eles possam me visitar sempre", declara a jogadora.
A mudança se deu, sobretudo, pela vontade que Marcela tem de um dia ser convocada para a Seleção Brasileira. Estando num grande centro da modalidade, ela acredita que o caminho se tornará mais fácil. "O basquete carioca tem outro nível técnico. É mais estruturado e também tem mais competições. Acho que vou estar mais perto de chegar a uma seleção", explica Marcelinha, que deu os primeiros passos no basquete graças a uma tia na quadra do Colégio Auxiliadora. Aos 11 anos, começou a defender as cores do Sport.
Seu rendimento nas categorias de bases de Leão logo chamaram a atenção do então treinador, na época, Roberto Dornelas. Em 2008, fez parte do grupo leonino que disputou o Campeonato Nacional adulto. No time do Botafogo, Marcelinha será dirigida por Orlando, mais conhecido pelo apelido de Alfinete.
CATANDUVA É CAMPEÃ DO NACIONAL FEMININO
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A CIDADE DE COLIDER-MT PODE SEDIAR O SUL-AMERICANDO SUB-15 FEMININO EM 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
POR UM ANO PARA MARIA CLÁUDIA, VANESSA, ISABELA, SARAH, NATHALIA, ENTRE OUTRAS
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No mês de dezembro, a CBB realizou as divisões especiais de seus Brasileiros de Base.
Primeiro, o Sub-17 em Matinhos (PR). Depois, o Sub-15, em Caxias (RS).
São Paulo, como de costume, dominou as duas edições, e venceu ambas de forma invicta.
Os números, no entanto, parecem indicar a presença de talentos espalhados também em outras partes do nosso território.
No Sub-17, a cestinha foi a maranhense Maria Cláudia Teixeira (15 anos e 19,3 ppj). A carioca Nathália Lobato (16 anos) foi a mais eficiente, com 20,4 pontos. Outra carioca foi a maior reboteira: Isabela Costa (17 anos e 12,5 rebotes por jogo). Outra maranhense dominou as assistências: Renata Lima, com 8,4 por jogo; além de ser a segunda cestinha da competição, com 17,2 ppj.
No Sub-15, a cestinha foi a mesma: Maria Cláudia alcançou a média de 21 ppj. Uma paulista, Vanessa Gonçalves, dominou os rebotes (11,6) e a eficiência (24,4). E a pernambucana Sarah liderou as assistências (6,4).
Uma análise assim superficial talvez até tranquilize. Há talentos – poderíamos pensar – apesar do abandono das categorias de base.
Mas o que está sendo feito por essas meninas?
Há alguma supervisão? Alguém se importa se nos estados em que elas moram e treinam há apenas dois clubes em atividade? Ou se os torneios locais duram dez dias?
Será que em alguns anos quando elas por ventura chegarem à seleção adulta, repetiremos os comentários: “Fulana não tem fundamentos … Ciclana não tem arremesso… Beltrana não sabe ler o jogo… e ainda é fominha…”?
E quem acredita no oba-oba para 2016 imagina que as jogadoras para essa Olimpíada sairão de onde? Começarão a ser “frabricadas” quando?
Se a realidade incomoda, se terminamos o ano de 2009 angustiados com o envelhecimento de uma geração talentosa e com a indisponibilidade de estrelas pitizentas, a solução passa pela formação de novas jogadoras.
Que nesse novo ano alguém possa olhar por elas.
Feliz 2010!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
MARVADENE ANDERSON JAMAICANA DE 16 ANOS E 2,11 DE ALTURA
Nascida na Jamaica, a adolescente Marvadene Anderson já chama a atenção na internet há alguns anos.
Uma busca no Google mostra como o espantoso crescimento da garota é retratado em uma série de reportagens, vídeos, fotos e especialmente em blogs especializados em mulheres altas.
Atualmente com 16 anos e ainda em crescimento, a jamaicana tem 2,11 m e poderia inclusive ultrapassar as célebres recordistas em altura Margo Dydek (2,18 m) e Uļjana Semjonova (2,13).
No entanto, em sua terra natal, Marvadene praticava outro esporte: o netball.
A altura incomum chamou a atenção e Marvadene foi recrutada por uma equipe do high scholl em New Jersey (Estados Unidos).
São apenas dois meses no basquete e a jamaicana estreou com seis pontos em partida disputada no começo desse mês.
A mentora da transformação da grandalhona em jogadora é a treinadora do time Mary Coyle-Klinger, que vem recebendo ajuda de sua irmã, Pat Coyle, ex-técnica do New York Liberty (WNBA).
E é Mary Coyle-Klinger quem determina: “Ela vai ser uma estrela.”.

