quinta-feira, 1 de abril de 2010

ENTREVISTA COM A ATLETA TÁSSIA CARCAVALLI DA SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-18

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 Tássia Carcavalli é um dos destaques da seleção brasileira sub-18 feminina, patrocinada pela Eletrobras. A equipe acaba ser campeã invicta dos Jogos Sul-Americanos de Medellín, na Colômbia. A armadora anotou 65 pontos, doze recuperações de bola, onze rebotes e cinco assistências em 135 minutos de jogo. A jogadora estreou com a camisa verde-amarela em 2007, quando ficou em segundo lugar no Sul-Americano Sub-15 do Equador. Em 2008, Tássia ganhou o bronze na Copa América – Pré-Mundial Sub-18, que foi disputado na Argentina. A brilhante jogadora está para completar 18 anos e conta sua trajetória e experiência no basquete.
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Qual a sensação de subir no pódio?
É uma felicidade imensa. A sensação é de dever cumprido. Todas nós merecíamos o título. Quero repetir essa experiência muitas e muitas vezes. Em 2007, fui vice-campeã sul-americana e subi no pódio pela primeira vez e, em 2008, ficamos em terceiro lugar na Copa América. Mas desta vez, subir no degrau mais alto foi a conquista mais saborosa. É de arrepiar cantar o hino nacional fora do seu país.

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.Que análise você faz da participação do Brasil nos Jogos Sul-Americanos?
Acredito que se não tiver preparação não há rendimento. Embarcamos para a competição muito focadas e bem treinadas. Foi um campeonato bem equilibrado. A disputa mais difícil foi a decisão do ouro contra as argentinas. A rivalidade entre Brasil e Argentina é muito forte e na final isso ficou bem evidente. Mas todas as atletas brasileiras jogaram com muita raça e força de vontade. O resultando foi positivo e conquistamos a medalha de ouro de forma invicta.
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Você ficou surpresa com o seu rendimento?
Desde o primeiro jogo, eu só pensava em ajudar a equipe. Não consigo ficar contente com pouco. Sempre acho que posso dar mais alguma coisa pelo time. Estar entre as melhores é a recompensa do meu trabalho. Na minha posição é preciso estar sempre atenta, afinal sou os olhos da equipe. É importante que eu tenha visão de jogo e velocidade na transição. Além disso, preciso passar as jogadas da melhor forma para as minhas companheiras. E para me manter assim, só com muito treino.

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.O que podemos esperar dessa geração?
Essa geração é unida. Vejo cumplicidade na equipe. Uma sempre empurrando e animando as outras. Acredito que esse legado de atletas fará bonito em competições futuras, assim como tem feito até agora.

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.Você já praticou outro esporte?
Desde novinha fazia ginástica olímpica e basquete. Chegou um momento que não dava mais para conciliar os dois e tive que tomar uma decisão. Escolhi o basquete por uma questão de afinidade com o esporte. Sempre achei que era melhor no basquete do que na ginástica.
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Fale um pouco sobre sua trajetória.
Minha irmã jogava basquete, então resolvi seguir o exemplo dela e treinar também. O primeiro clube que defendi foi o Círculo Militar (SP), em 2003, quando tinha 11 anos. Depois fui para o CFE Janeth Arcain (SP) e, no final de 2005, joguei pelo Pinheiros (SP). Desde 2006, defendo Americana (SP).

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.Você possui algum ritual antes dos jogos?
Me empolga bastante o grito que damos no início de cada partida. Logo depois, faço três vezes seguidas o sinal da cruz, mas não chego a considerar isso um ritual.

.Quais são seus ídolos do esporte?
Como qualquer pessoa que gosta da modalidade, tenho uma grande admiração pela rainha do basquete brasileiro, Hortência Marcari. Tive a oportunidade de conversar com ela em Jundiaí (SP), durante a primeira fase de treinos. Foi um papo muito proveitoso, que nos animou bastante.

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.Você mora em uma república com outras atletas. Como é a convivência com as jogadoras e sua mãe?
No início imaginei que fosse ser bem complicado, porque somos onze pessoas morando juntas. Construímos uma grande amizade e sempre nos divertimos. Minha mãe é a “tia” da casa e faz tudo para nos agradar. Eu e minha mãe somos muito amigas. Cheguei a sentir ciúmes dela com as outras meninas quando fomos morar todas juntas, mas com o passar do tempo vi que eram relações diferentes.
O que você gosta de fazer fora das quadras?
Não saio muito para festas. Gosto mesmo é de ficar em casa, ler um bom livro e navegar na internet. Na verdade, meu passatempo preferido é ficar de papo com minha mãe. Somos muito unidas.

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Agora que você terminou o segundo grau, o que pretende fazer?
Dei uma pausa assim que terminei o colegial. Agora, quando retornar para Americana (SP) e passar o período de competições que teremos, pretendo entrar num cursinho preparatório para vestibular. Gostaria de cursar Educação Física e Fisioterapia. Acho que esses dois cursos se completam e vão servir para eu cumprir meu objetivo de vida, que é trabalhar para sempre na área esportiva, mais especificamente com o basquete.

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.O que você espera do treinamento em Las Vegas (EUA)?
Acho que vai ser maravilhoso e vai nos dar mais ritmo ainda. A experiência que vamos ganhar com os treinos vai somar muito para chegarmos bem na Copa América. Treinar no mesmo padrão dos jogadores da NBA é algo que nunca imaginei. Estou muito contente e tenho certeza que a viagem será um grande aprendizado para todas nós.
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Qual a expectativa para a Copa América / Pré-Mundial?
A expectativa é sempre a melhor possível. Nosso primeiro objetivo na Copa América é garantir uma das quatro vagas para o Mundial Sub-19 de 2011. Em segundo lugar, vamos buscar um lugar no pódio. Com o nosso histórico, garra e determinação, tenho certeza que vamos fazer bonito na competição.

quarta-feira, 31 de março de 2010

SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-18 DEPOIS DO TITULO NO SUL-AMERICANDO SE PREPARA PARA COPA AMÉRICA !!!

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20100330_660652_Sub18Fem_gde A folga da seleção brasileira sub-18 feminina chegou ao fim. Depois de muita comemoração pela conquista da medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos de Medellín, na Colômbia, as jogadoras já se apresentaram em Jundiaí (SP) para começar a preparação rumo a Las Vegas, nos Estados Unidos. De 3 a 9 de abril, a equipe vai passar por um programa de treinamento do mesmo padrão da NBA. O objetivo é melhorar a habilidade e o desempenho de cada atleta, uma vez que a Copa América / Pré-Mundial da categoria está cada vez mais próxima.
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— A viagem é uma ótima oportunidade para o grupo ter um treinamento com profissionais de uma escola diferente. Será importante tanto para as atletas como para a comissão técnica. Vamos observar os métodos utilizados e trocar informações. Ainda teremos amistosos contra equipes universitárias, o que nos dará mais bagagem internacional. Será um excelente período de aprendizado e preparação para a Copa América — comentou o técnico Luiz Claudio Tarallo.
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Logo no primeiro dia, as atletas vão passar por uma avaliação biomecânica e funcional para identificar os fatores limitantes nos padrões de movimento. Além de resultar na melhoria em quadra, as informações também serão fundamentais para prevenir lesões e maximizar a capacidade atlética.
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— Na parte física e médica, o Brasil é bem evoluído e não fica atrás dos Estados Unidos. A diferença é que os americanos têm acesso fácil aos equipamentos mais modernos de avaliação esportiva, uma vez que eles possuem grandes centros de treinamento, não só de basquete como de outras modalidades. Estou bastante curioso para ver a estrutura e a forma com eles trabalham. Esse intercâmbio será bom para trocarmos informações, comparar métodos e ver o que podemos trazer para a nossa realidade — declarou o preparador físico Paulo Martignago.
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As atletas serão motivadas a atingir o máximo a cada treino. Serão sete dias de treinamento de força, movimentação e velocidade, além de técnicas e procedimentos de recuperação e melhoria atlética em geral. As jogadoras também vão participar de um programa nutricional.
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— Não atuei por muito tempo nos Jogos Sul-Americanos, porque estava voltando de lesão. Agora já estou cem por cento e pronta para dar meu máximo no treinamento em Las Vegas. Além dos treinos, vamos jogar contra equipes universitárias, o que vai nos dar mais tempo de quadra para chegarmos bem na Copa América. A viagem para Las Vegas será um grande aprendizado e vai nos ajudar a alcançar o nosso objetivo, que é garantir a vaga no Mundial do ano que vem. Não vamos medir esforços para isso — comentou a ala Jennifer Sirtoli.

domingo, 28 de março de 2010

BASQUETE FEMININO DE NOVA MUTUM É INTEGRADO AO PROGRAMA DESPERTANDO TALENTOS PATROCINADO PELO BANCO SICREDI





O técnico Marco Chaves que foi contratado pela prefeitura de Nova Mutum para iniciar um trabalho com o basquete feminino, continua realizando palestras nas instituições de ensino do município, na tentativa de captar o maior numero possível de atletas, para aprender a jogar e pegar gosto pela modalidade.

Todas as escolas vêm oferecendo ao professor, uma sala com uma infra-instrutora multimídia para que o mesmo possa mostrar ao publico feminino de 09 a 15 anos de idade, o que é o basquete, qual o objetivo da prefeitura em relação a elas, e onde elas podem chegar dentro da modalidade.

“A nossa preocupação no momento, não é somente com o aspecto competitivo, mas também com a questão social, pois temos a consciência que nem todas serão atletas no Futuro. Vamos buscar o maximo de adeptas para a modalidade, com o foco de massificar a modalidade em Nova Mutum, conseqüentemente contribuir positivamente com o bem estar dessas meninas, e da sociedade”, disse o Técnico Marco Chaves.

Um dos objetivos da secretária de esportes de Nova Mutum este ano de 2010, é dar mais atenção ao basquete, especialmente o feminino, estimulando formação das categorias “A”, “B” e “C”.




A primeira equipe do município a ser formada pelo Técnico Marco Chaves foi à juvenil, que é composta por garotas de 15, 16 e 17 anos de idade. O primeiro compromisso importante dessa equipe será a segunda etapa do campeonato escolar, que se encontra na fase municipal.

“Estou muito feliz em trabalhar em Nova Mutum, o secretario de esporte “Poli” que me trouxe parar cá, esta me apoiando 100%, dando uma excelente infra-estrutura para que eu consiga desenvolver o basquete feminino. Além das atletas que estou descobrindo nas instituições de ensino, trouxemos 4 atletas da cidade de Vera para dar mais potencialidade ao nosso grupo juvenil”, disse o técnico Marco Chaves.




O basquete feminino de Nova Mutum que hoje é mais dos esportes do "Programa Despertanto Talentos" patrocinado pela empresa Perdigão, será representada nas competições de âmbito escolar neste ano de 2010, pela Escola Estadual José Aparecido Ribeiro.

segunda-feira, 15 de março de 2010

SELEÇÃO SUB-18 VENCE O AMISTOSO CONTRA O CHILE NOVAMENTE

20100313_138390_1303_grupo_Gde A seleção brasileira sub-18 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, venceu o Chile por 85 a 47 (42 a 20 no primeiro tempo), no segundo amistoso entre as duas equipes, realizado neste sábado (13), no ginásio do Colégio Divino Jundiaí. As cestinhas da partida foram a chilena Diegues e a brasileira Damiris Amaral, com 17 e 16 pontos, respectivamente. As duas seleções voltam a se enfrentar nesta segunda-feira (15) às 18 horas de Brasília, no terceiro e último amistoso, no ginásio Romão de Souza (Rua Luís Benachio, s/nº – Bairro Colônia), em Jundiaí. Brasil e Chile se preparam para os Jogos Sul-Americanos de Medelín, na Colômbia. A competição será realizada de 20 a 24 de março.
 
— Neste segundo jogo a equipe do Chile resistiu mais, fazendo uma defesa bem mais agressiva que a do primeiro jogo. O que foi ótimo para o nosso time, que soube sair da pressão e atacar bem contra uma marcação mais eficiente — analisou o técnico Luiz Cláudio Tarallo.
 
A vitória do Brasil foi acompanhada pelo presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Carlos Nunes, pela diretora de seleções femininas, Hortência Marcari, e pela técnica da seleção brasileira sub-15 feminina, Janeth Arcain.
 
— Gostei muito do que vi nesse início de preparação rumo à Copa América, em junho. O time brasileiro conta com meninas talentosas, que estão aproveitando bem a oportunidade de jogar uma partida internacional. Na quarta-feira (17) o grupo embarca para Medellín as atletas terão mais uma chance de vivenciar o importante compromisso de defender a seleção brasileira fora do país — elogiou Hortência.
 
— Foi uma boa partida. O Chile estava mais acostumado ao clima e menos cansado, fazendo um jogo mais disputado do que o anterior. Gostei da nossa defesa, que estava consistente, dando mais confiança ao ataque — comentou Janeth.

quinta-feira, 11 de março de 2010

JOGADORA JOICE DE 17 ANOS REALIZA UM SONHO! !

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ALEX M. CARMELLO O sonho de qualquer jovem esportista é, sem dúvida, defender a camisa da seleção de seu país. E, para algumas promessas, este sonho já começou. É o caso da ala Joice dos Santos Coelho, de 17 anos, que foi convocada pela primeira vez para treinar com a equipe nacional da  categoria Sub-18 de basquete feminino. Carioca, nascida em Cachoeiras de Macacu, cidade próxima a Nova Friburgo, Joice aproveitou as chances que teimaram em aparecer em seu caminho, há três anos.

A garota, que jogava futebol, não queria saber de basquete. "Eu não gostava, mas tinha um professor de educação física que ficava me chamando para jogar. Um dia, de tanto ele falar, eu fui no treino, mas eu não gostei. No dia seguinte, fui de novo e não parei mais", conta. O primeiro contato com o basquete aconteceu aos 13 anos na Associação de Basquetebol Cachoeirense (Abasca), onde ficou por dois anos.

Neste período, Joice foi convocada para a seleção carioca sub-15, onde conquistou o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro da categoria. "Foi lá no Rio Grande do Sul e o Alexandre Escame (técnico) me viu jogar e me chamou para ir jogar no APAB/Barretos", relata. Da região serrana do Rio de Janeiro, Joice veio para o interior paulista com 16 anos, sozinha, em busca de um sonho.

"Minha mãe apoiou minha decisão. Ela sabia que eu queria vir e pensou no meu futuro", explica. Em Barretos, a ala foi campeã no Campeonato Paulista da categoria Infanto e convocada para integrar a seleção paulista, também campeã em 2009.
Família - A jogadora perdeu o pai aos cinco anos de idade. A mãe, a irmã, de 21 anos, e o e irmão, de 15 anos, ainda vivem em Cachoeiras do Macacu, onde Joice volta apenas duas vezes por ano, durante as férias. Segundo a jogadora a saudade é grande. "Sempre falo com minha mãe por telefone. Mas isto é que eu quero: representar o Brasil", comenta.

Com todas as chances que tem aparecido, a expectativa é fazer carreira como jogadora de basquete e ajudar a família. "Minha mãe é diarista, mas ela não está trabalhando. O dinheiro que eu recebo no Barretos eu mando para ela", diz a jovem. Questionada se um dia pretende trazer a família para mais perto, ela é enfática. "Não. Vou ajudá-los, mas quero que eles fiquem lá, porque eu gosto muito da cidade."

terça-feira, 9 de março de 2010

POLYANA DO MATO-GROSSO E BRENDA DO RIO GRANDE TREINAM COM A SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-15

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20100309_558373_Sub15fem_gde Reunida desde do dia 6 de março, na cidade paulista de Santa Bárbara D’Oeste, a seleção brasileira sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás, está em ritmo intenso de treinamento. Sob o comando de Janeth Arcain, a equipe está se preparando para a 17ª edição do Sul-Americano da categoria, que será disputado de 9 a 13 de novembro, no Brasil. Convocadas pela segunda vez por Janeth, Polyana de Almeida (RN) e Brenda de Freitas (MT) vieram em busca de uma vaga entre as doze que vão participar da competição.
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As duas jovens atletas, ambas de 14 anos, estiveram ano passado em Santa Bárbara, integrando o segundo grupo que se preparava para o Sul-Americano Sub-15 do Equador. Nenhuma das duas ficou entre as doze que embarcaram para as disputas, mas isso não foi motivo para desanimar. As jogadoras treinaram bastante durante o ano, foram chamadas novamente para a seleção e agora vão dar o máximo em quadra para ter a chance de vestir a camisa do Brasil num torneio oficial.
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— Meu primeiro objetivo é ficar entre as doze. Treinei com a Janeth ano passado e não consegui ficar no grupo que foi selecionado. Agora vou fazer o meu melhor para ficar, quero ajudar a trazer esse título para meu país. A concorrência é grande e todo mundo melhora a cada dia, mas acredito que tenho chances de ficar. Vou trabalhar para isso. Quero sair daqui uma jogadora mais consciente e com mais visão de jogo para ajudar minhas colegas — disse a pivô de 1,75m, Brenda de Freitas.
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— Quero muito ser selecionada para representar meu país. Ano passado não deu, mas estou me esforçando bastante e espero que a recompensa venha com a convocação final. Todas as jogadoras estão treinando forte e sei que não será fácil. Não vou desanimar. Acredito que evolui bastante desde o ano passado e continuarei dando o meu máximo. Estou muito animada com mais essa oportunidade de estar na seleção brasileira — afirmou a ala Polyana de Almeida.
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A distância entre as duas é de 3.600 km. Brenda veio de Natal (RN), enquanto Polyana sai de Barreto (MT) para integrar a equipe. As atletas destacam a importância de suas posições e o que farão para manter suas vagas.
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— A rotina da seleção é bem mais forte do que estava acostumada. A gente tem que se concentrar muito, treinar, comer e descansar, mas vale a pena, pois estamos num grupo com as melhores do país. Estou muito feliz e acho que posso usar meu ponto forte, que é o arremesso, para ajudar a equipe e, quem sabe, me manter no grupo — analisou a pivô que defende o Centro de Educação Integra (RN).
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— Todas possuem uma ótima base em fundamentos individuais. É muito bom ter sido lembrada novamente para a seleção. Eu quero ajudar a equipe e crescer como atleta. A comissão técnica pode contar com a minha garra e vontade de aprender. Servir à seleção é realmente muito legal. Acho que sou uma jogadora solidária, que distribui bastante as bolas. Vou me dedicar ao máximo aos treinos e mostrar meu potencial — falou a ala que defende o clube Apada (MT).

segunda-feira, 8 de março de 2010

JANETH NO COMANDO DA SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-15

O projeto Janeth
Dentre as várias coisas que a nova gestão da CBB tem feito de maneira correta, uma delas é o investimento que tem sido feito em Janeth. Para se ter uma idéia, no sábado o jornal O Globo divulgou que a atual técnica da Sub-15 participará, ao lado de outros atletas e ex-atletas, do curso "Fundamentos da Administração Esportiva", que começa no próximo dia 15, no Rio de Janeiro. De verdade, ótima tacada.

Aos poucos, o que se vê é que a face de "ex-jogadora" de Janeth vem sendo substituída pela de uma gestora de equipes. Nas poucas conversas que tive recentemente, ouvi dela sempre pontos muito positivos: vontade de estudar, reciclagem no exterior, desejo de ouvir a todos.


A CBB, que tanto tem acertado, poderia ajudar um pouquinho a mais naquilo que Janeth ainda se ressente: na bagagem tática. Mandá-la para clínicas no exterior (a do trio Messina, Aíto e Obradovic seria uma boa) e para assistir semanas de treinos com conceituados técnicos da Europa e EUA dariam a Janeth ainda mais ferramentas para que ela se torne, em breve, a ótima treinadora que todos esperamos dela.

sábado, 6 de março de 2010

DUAS GAUCHÁS TREINAM COM JANETH NA SELEÇÃO SUB-15

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20100305_701622_Sub-15Fem_gde O Rio Grande do Sul tem duas representantes na seleção brasileira sub-15 feminina, patrocinada pela Eletrobrás. As gaúchas Pauline de Christo e Thais Matte, ambas de 14 anos, fazem parte do primeiro grupo, que treina com a técnica Janeth Arcain no ginásio Djaniro Pedroso, em Santa Bárbara D’Oeste (SP). As jovens atletas vieram do sul atrás de uma vaga entre as doze que vão disputar o Campeonato Sul-Americano da categoria no Brasil, de 9 a 13 de novembro. Pauline e Thais possuem mais do que o Rio Grande do Sul em comum, as duas também jogam na mesma posição.
 
Pauline de Christo, do Colégio Sinodal, veio mostrar que tem talento de sobra. A timidez não esconde a felicidade em vestir a camisa do Brasil. E mesmo se não ficar entre as doze que vão para o Sul-Americano, o aprendizado já terá valido a pena.
 
— Chegar à seleção brasileira é o sonho de todo jogador. Gosto de tudo aqui e quero ajudar no que for preciso. Acredito muito no meu potencial e tenho a expectativa de ficar entre as doze. Se não acontecer, já estou feliz por ter vindo treinar. O importante é a evolução e o aprendizado. A disputa por posição é normal e não é motivo para criar rivalidade. Meu objetivo é mostrar meu potencial dentro do jogo coletivo e, assim, provar a minha importância — disse a armadora.
 
Armadora do Clube UCS/Galoópolis Thais Matte nasceu em Caxias do Sul (RS) e foi lá que construiu sua jovem carreira no basquete e onde joga até hoje. A jogadora destaca que os treinos são bastante puxados, o corpo fica cansado, mas se entregar não é uma opção.
 
— Aqui o ritmo é mais forte e a qualidade técnica mais alta. A concorrência é grande e todo mundo melhora a cada dia. Vou sair daqui uma jogadora mais consciente e com mais visão de jogo. Eu ajudo minhas colegas sempre que possível, dando dicas e conselhos do que já aprendi. Como armadora, é natural corrigir os outros atletas para a jogada sair certa, que é o que importa — comentou Thais.

quinta-feira, 4 de março de 2010

BRASILEIRAS TROCAM O FEIJÃO PELO SONHO DE BRILHAR NO BASQUETE UNIVERSITÁRIO DOS ESTADOS UNIDOS

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Com a quadra às escuras, nem parecia véspera do início do campeonato. Empilhadas na mesa, pizzas de pepperoni e latinhas de refrigerante embalavam um papo animado sobre todos os assuntos – menos basquete – na única sala acesa do ginásio Tucker Coliseum. Era uma noite de domingo, 15 de novembro do ano passado, e o frio, para surpresa geral, ainda não tinha dados as caras em Russellville, pequena cidade ao sul dos Estados Unidos. Entre uma e outra risada, era difícil imaginar que os três meses seguintes seriam memoráveis para a Universidade de Arkansas Tech na disputa da Divisão 2 da NCCA. E o melhor: com tempero verde-amarelo.

Divulgação/Divulgação

Taise, Samanta e Natália: talento brasileiro a serviço da Universidade de Arkansas Tech, nos EUA

Foi naquela noite que Natália Santos, Taise da Silva e Samanta Ludwig receberam o GLOBOESPORTE.COM para contar como é a rotina de três brasileiras jogando basquete numa universidade americana. Ao lado delas, também de olho na pizza, divertia-se o assistente técnico Julio Pacheco, escudeiro do treinador americano Dave Wilbers (veja a entrevista) e responsável por levar as meninas para tentar a sorte nos Estados Unidos.



  • Aspas Nós ralamos bastante e estamos longe da nossa cultura, das nossas famílias. Mas viver essa experiência aqui conta muito (Samanta)"
Àquela altura, o quarteto brasileiro já encarava a experiência americana com sabor de vitória, mas ninguém podia prever que a temporada seria tão boa: na fase regular, foram 25 triunfos (incluindo os 16 primeiros jogos) e apenas duas derrotas. Resultado: a equipe ficou com o título da divisão Oeste e pegou moral para o March Madness, a fase de playoffs que se estende ao longo de março. O primeiro desafio é conquistar a conferência Gulf South, em minitorneio que começa nesta quinta-feira, contra West Florida.


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No caminho que leva ao Elite Eight, ao Final Four ou quem sabe ao sonho do título da Divisão 2 da NCAA, não vai faltar estrutura. Dos uniformes ao tênis novo em folha, das quadras de treino à enorme academia da universidade, as

 brasileiras vivem uma realidade que não existe nem nos clubes profissionais do basquete brasileiro (veja no vídeo abaixo). Mas é claro que elas sentem falta de muita coisa. Cada uma já tem sua lista:
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– Tapioca, guaraná, suco de maracujá e, no topo do ranking, pão francês – suspira a ala-pivô paulista Natália, titular em todos os jogos da temporada e um dos destaques do time, com média de 15,5 pontos e 7,7 rebotes por partida.


– Um carregamento de feijão, arroz, bife e batata frita, de preferência pronto – acrescenta a pivô Taise, também de São Paulo.


– Erva para tererê, suco natural de fruta e... coxinhaaaaaaa!!!! – sonha a ala Samanta, nascida em Toledo, no Paraná. As outras imediatamente concordam e ficam indignadas com a inexistência de coxinha de galinha por aquelas bandas.

Divulgação/Divulgação

Taise, Natália e Samanta fazem graça na entrada da universidade: bom humor nas horas vagas

Para uma jovem atleta, Russellville não é nenhum paraíso nos momentos de folga. Com pouco mais de 27 mil habitantes, a cidade vive em função de uma usina nuclear e, principalmente, da universidade. O jeito é se concentrar no basquete e nos estudos, reunindo os brasileiros sempre que possível para passar o tempo e fazer um pouco de bagunça.

– É lógico que eu gostaria de estalar os dedos e estar numa cidade como Boston, para poder ir aos shoppings, aos parques. Mas a gente se diverte, viu? Não importa o lugar, mas as companhias – explica Samanta, que acaba de completar 22 anos. 

Rodrigo Alves/GLOBOESPORTE.COM

No vestiário, cada jogadora tem local reservado, com tênis, uniforme e plaquinha com o nome

Basquete, estudo, comida e karaokê

Mesmo sem tapioca e pão francês, Natália sempre tenta reunir as amigas e sair para comer. Ou até para dar umas boas risadas na casa do assistente Julio Pacheco, com direito a churrasco e cantoria.

– Eu amo comer! Então estou sempre querendo sair para comer com as meninas. E vamos à casa do Julio cantar um karaokezinho – diverte-se a pivô de 23 anos.

Taise, também de 23, concorda e vê um lado positivo em morar longe da badalação.

– Os karaokês na casa do Julio são os mais engraçados. Mas morar numa cidade pequena ajuda. A gente se concentra 100% no basquete e nos estudos. Eu passo muito tempo no computador falando com a galera no Brasil – conta a pivô, que mudou seu curso para Relações Públicas no último semestre.

Na hora de falar sério, as meninas sabem que a sorte grande bateu na porta, com a oportunidade de jogar basquete com estrutura de primeiro mundo e, de quebra, receber uma educação de alto nível nos EUA.

- Nós ralamos bastante e estamos longe da nossa cultura, das nossas famílias. Mas viver essa experiência aqui conta muito – avalia Samanta, que estuda Relações Internacionais.

Rodrigo Alves/GLOBOESPORTE.COM

Aluna de Hotelaria/Turismo e Administração de Eventos, Natália até brinca com as poucas opções de divertimento ("Vida social? Não tenho uma!"), mas sabe que está fazendo a diferença longe de casa.

– Por ser uma cidade pequena, não somos só mais um número aqui. Somos tratadas como pessoas, sabem o nosso nome, de onde nós somos e o que nós fazemos. Às vezes sabem até demais – brinca.

CARLOS COLINA É O NOVO TÉCNICO DA SELEÇÃO ADULTA FEMININA DE BASQUETE

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20100303_874504_0303_Colinas_Gde O espanhol Carlos Colinas vai dirigir a seleção brasileira adulta feminina, patrocinada pela Eletrobrás. O técnico acertou com a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) para comandar o Brasil pelos próximos seis meses, renováveis por mais dois anos. Os primeiros desafios do espanhol serão o Sul-Americano do Chile (10 a 14 de agosto) e o Campeonato Mundial da República Tcheca, de 23 de setembro a 3 de outubro. O contrato será assinado nos próximos dias e Colinas será apresentado oficialmente em abril.
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Com a seleção espanhola, Colinas foi tricampeão europeu sub-16 (Itália – 2004, Polônia – 2005 e Eslováquia – 2006), vice-campeão europeu sub-18 (Sérvia – 2007) e campeão europeu sub-18 (Suécia – 2009). Ainda foi assistente técnico da equipe principal que ficou com a medalha de bronze no Europeu da Grécia em 2002.
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— Com a chegada de Carlos Colinas iniciamos uma nova fase no basquete feminino. Colinas é um profissional jovem, talentoso, que acredita em nosso projeto e que só tem a acrescentar. O departamento está trabalhando para garantir a melhor estrutura possível para a realização dos nossos objetivos. Aproveito para agradecer ao técnico Paulo Bassul pelo trabalho realizado à frente da seleção feminina — disse o diretor técnico da CBB, André Alves.
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— Estamos apostando na experiência do Colinas com as categorias de base. Como o nosso projeto é de médio a longo prazo, o conhecimento dele será muito importante. Ele é bem interado sobre as equipes da Europa e isso também será fundamental para o sucesso do nosso trabalho — explicou a diretora de seleções femininas, Hortência Marcari.
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Colinas foi técnico das equipes do Baloncesto Elosua Léon (júnior), Colegio Carmelitas de Léon (juvenil - Cadete Femenino), do Autopistas Compañía de María de La Coruña (adulto, juvenil e cadete feminino), Autopistas Compañía de María de La Coruña (adulto e juvenil feminino), Cluny de Santiago de Compostela (adulto feminino), do Aucalsa de Oviedo (adulto), do Sondeos (categorias de base feminino), do Basket Coruña (infantil masculino), do A.D. Cortegada – Extrugasa (adulto feminino), do Filtros Mann – Zaragoza (adulto feminino), do Club Extrugasa – Vilagarcía (adulto feminino) e do Club Celta Indepo (adulto feminino). Colinas também integra o Gabinete Técnico da Federação Espanhola desde 2002.

segunda-feira, 1 de março de 2010

NOVA MUTUM TERÁ BASQUETE FEMININO

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Esta semana o Professor Marco Chaves iniciou a divulgação do basquete feminino nas instituições de ensino de Nova Mutum, no objetivo de recrutar meninas com idade de 09 a 15 anos de idade, para formação das futuras equipes de competições do município.

A primeira visitado professor Marco foi na escola “Piaget”, que apesar de dois anos de existência no município, visa à interação do esporte e educação. Na sequencia o professor esteve presente no colégio CNEC. Ambas instituições cederam uma sala com data-show, para que o professor passa-se sua apresentação sobre o basquete para os alunos, e assim despertar o interesse da pratica da modalidade.
“Fiquei muito contente com a recepção que tive nos dois estabelecimentos de ensino, consegui passar aos alunos, especialmente as meninas que são meu publico alvo no município, um pouco sobre o basquete, quais as minhas pretensões para com elas dentro da modalidade, e onde todas podem chegar dependendo da dedicação individual primeiramente e depois coletiva, independente se vai ser jogar socialmente, profissionalmente ou pleitear uma bolsa numa universidade brasileira ou até mesmo nos Estados Unidos”, disse o Técnico Marco Chaves.
  alunos do cnec

No colégio Piaget a coordenadora Carla ja estipulou os horários de treinos para os alunos interessados, os quais devem se dirigir até a secretaria da escola para fazerem suas matriculas. Já as alunas do colégio Cenec devem se dirigir a secretaria de esportes do municipio para se inscreverem nos treinos de basquete.


Horários dos treinos do colégio Piaget:

Masculino – quarta (17;30 as 18:30) e sexta (16:40 as 17:40)

Feminino – sexta (15:30 as 16:40) e sábado (9:00 as 10:00)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

COMEÇARAM OS TREINOS DE BASQUETE EM NOVA MUTUM


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Os atletas do basquete masculino de Nova Mutum, categoria mirim e infanto juvenil deram inicio aos treinamentos nesta quinta-feira 25 de fevereiro, no Ginásio Municipal de Esportes Lauro Immich. O treino que foi conduzido pelo Prof. Geraldo Storer e seu auxiliar Prof. Marco Chaves, teve a presença de 20 atletas, que realizaram os primeiros exercícios do ano com muita empolgação, finalizando a noite com um coletivo super descontraído.
"Apesar de ser começo de temporada, estou super motivado para este ano de 2010, pois ganhei um companheiro de trabalho (Prof. Marco), que vai me auxiliar nas equipes masculinas e ser o técnico das equipes femininas do município, participaremos e realizaremos mais eventos de basquete com o apoio da nossa Secretaria de Esportes, e assim massificar a modalidade em Nova Mutum", disse o Prof. Geraldo Storer.

TÉCNICA JANETH CONVOCA 31 JOGADORAS PARA PRIMEIRA FASE DO TREINAMENTO DA SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-15

20100222_771675_Janeth_gde A técnica Janeth Arcain iniciou a busca pelo segundo título sul-americano no comando da seleção brasileira sub-15 feminina. Nesta segunda-feira, a treinadora convocou 31 meninas para a primeira fase de treinamento, que será na realizada na cidade paulista de Santa Bárbara D’Oeste. As jogadoras foram divididas em dois grupos e o primeiro se apresenta neste sábado (dia 27), às 18 horas, no Hotel Casablanca. As atletas vão treinar em dois períodos no ginásio Djaniro Pedroso até o dia 6 de março. O segundo grupo ficará concentrado de 6 a 13 de março. A equipe vai se preparar para fazer bonito na 17ª edição do Sul-Americano da categoria, já que a competição será realizada no Brasil, de 9 a 13 de novembro.
— Chamamos as meninas que apresentaram condições técnicas para defender a seleção brasileira. Gostei do desempenho delas nos clubes e nas seleções estaduais e agora vou poder visualizar o potencial delas com o uniforme do Brasil. Como a competição será em novembro, vamos estar de olho nos torneios que vão acontecer até lá. Quem se destacar no decorrer do ano, terá chances de ser chamada para integrar a equipe — comentou a técnica Janeth Arcain.
Confira os jogadores convocados para a seleção brasileira sub-15 feminina:
— GRUPO 1
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
Isabela Costa – pivô – 14 anos – 1,80m – APAB/Barretos (SP) – SP
Monique Pereira – pivô – 13 anos – 1,80m – Unimed/Americana (SP) – SP
Ana Flávia Conceição – pivô – 14 anos – 1,79m – Guarapari Basket CEG (ES) – ES
Isabella Sangali – ala – 14 anos – 1,78m – Unimed/Americana (SP) – SP
Mayte Fernanda de Souza – ala – 15 anos – 1,77m – Divino/COC/Jundiaí (SP) – SP
Domenica Gomes – pivô – 13 anos – 1,77m – ADC Bradesco Esportes (SP) – SP
Daiane Machado – ala – 15 anos – 1,76m – Círculo Militar do Paraná (PR) – PR
Ana Carla dos Santos – pivô – 14 anos – 1,76m – Academia TBJ (BA) – BA
Kawanni Firmino – ala – 14 anos – 1,75m – ADC Bradesco Esportes (SP) – SP
Taynara Alves – ala – 14 anos – 1,72m – APAB/Barretos (SP) – SP
Thais Matte – armadora – 14 anos – 1,68m – Clube UCS/Galoópolis (RS) – RS
Vitória Robles – armadora – 14 anos – 1,67m – ADC Bradesco Esportes (SP) – SP
Pauline de Christo – armadora – 14 anos – 1,67m – Colégio Sinodal (RS) – RS
Mariana de Oliveira – armadora – 15 anos – 1,65m – Clube de Basquete Chapecó (SC) – SC
Weslayne Santos – armadora – 14 anos – 1,63m – Usina Coruripe (AL) – AL
— GRUPO 2
NOME – POSIÇÃO – IDADE – ALTURA – CLUBE – NATURAL
Daphner Porto – pivô – 14 anos – 1,85m – ADC Bradesco Esportes (SP) – SP
Rafaela Pedro – pivô – 13 anos – 1,81m – Unimed/Americana (SP) – SP
Vitória Leandro – pivô – 14 anos – 1,78m – ADC Bradesco Esportes (SP) – SP
Gabriela Bergantin – ala – 14 anos – 1,76m – AFP/Chua/São Bernardo (SP) – SP
Mariana Abrão – pivô – 14 anos – 1,75m – Santo André (SP) – SP
Natália Klaus – lateral – 14 anos – 1,75m – Colégio Sinodal (RS) – RS
Brenda de Freitas – pivô – 14 anos – 1,75m – Centro de Educação Integra (RN) – RN
Jonalisa da Costa – ala – 14 anos – 1,74m – ADC Bradesco Esportes (SP) – SP
Gabriele de Matos – lateral – 14 anos – 1,74m – Grêmio Atlético Osoriense (RS) – RS
Pamella Melo – ala – 14 anos – 1,72m – Sport Clube do Recife (PE) – PE
Camila da Silva – lateral – 15 anos – 1,71m – Guaru ESD/Esportes Guarulhos (SP) – SP
Polyana de Almeida – ala – 14 anos – 1,70m – Apada (MT) – MT
Helen Gomes – ala – 14 anos – 1,69m – Unimed/Americana (SP) – SP
Letícia Marcelino – armadora – 14 anos – 1,65m – Guaru ESD/Esportes Guarulhos (SP) – SP
Isabella Marinho – armadora – 14 anos – 1,64m – Sociedade Educacional Positivo (PR) – PR
Carla Lucchini – armadora – 14 anos – 1,63m – Divino/COC/Jundiaí (SP) - SP
COMISSÃO TÉCNICA
Diretora: Hortência Marcari
Administradora: Andréia Luiza Cavalcante Lopes
Técnica: Janeth Arcain
Técnico convidado: Elias Rudek
Preparador físico: Lucinei Carlos da Silva
Médico: Rodrigo Palhares
Fisioterapeuta: Adriane Vani
PROGRAMAÇÃO
Grupo 1
27 de fevereiro – Apresentação às 18 horas no Hotel Casablanca, em Santa Bárbara D’Oeste
28 de fevereiro a 6 de março – Treinos no ginásio Djaniro Pedroso (Rua Prudente de Moraes, nº250 – Centro)
Grupo 2
6 de março – Apresentação às 18 horas no Hotel Casablanca, em Santa Bárbara D’Oeste
7 a 13 de março – Treinos no ginásio Djaniro Pedroso (Rua Prudente de Moraes, nº250 – Centro)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CONFIRA O NOVO FOMATO DO BRASILEIRO DE BASE

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Para tornar cada vez mais competitiva a disputa entre as 27 seleções estaduais, o Departamento Técnico da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) criou um novo formato para os Campeonatos Brasileiros de Base. Aprovada pelo conselho consultivo e pela diretoria da entidade, a nova forma de disputa entra em vigor a partir da temporada 2010.
— A reformulação do sistema de disputa dos Campeonatos Brasileiros de Base foi um pedido feito pelas Federações. A maioria argumentou que não fazia muitos jogos nas competições regionais, já que em alguns torneios, apenas três equipes participavam. Criamos o Ranking Geral e o Ranking por Categoria para dividir as equipes de maneira justa — comentou André Alves, diretor técnico da CBB.
O Campeonato Brasileiro de Base terá três divisões. A primeira conta com dez equipes, a segunda com oito e a terceira com nove. Para dividir as seleções, foram criados o Ranking Geral e o Ranking por Categoria (sub-15 e sub-17 feminino e masculino) com base nos resultados dos últimos quatro anos (2006 a 2009). O total de pontos de cada seleção estadual foi calculado da seguinte maneira:
- Pontos por participação nos Brasileiros do Grupo 1 (Região Norte), Grupo 2 (Região Nordeste), Grupo 3 (Região Centro-Oeste) e Grupo 4 (Região Sul): 5 para cada equipe.
- Pontos por colocação nos Brasileiros do Grupo 1 (Região Norte), Grupo 2 (Região Nordeste), Grupo 3 (Região Centro-Oeste) e Grupo 4 (Região Sul): 5 para o campeão, 3 para o vice-campeão, 2 para o terceiro colocado e 1 para o quarto lugar.
- Pontos para as equipes classificadas automaticamente de um ano para outro na Divisão Especial: 15 para o campeão; 14 para o vice-campeão; 13 para o terceiro colocado e 12 para o quarto lugar.
- Pontos para as equipes que se classificaram para a Divisão Especial nos campeonatos regionais: 8 para o campeão; 7 para o vice-campeão; 6 para o terceiro colocado, 5 para o quarto lugar, 4 para a quinta posição, 3 para o sexto colocado, 2 para o sétimo e 1 para o oitavo.
As seleções foram divididas de acordo com o Ranking por Categoria. Em caso de empate, o Ranking Geral foi utilizado para definir a posição das equipes.
FORMA DE DISPUTA
Na primeira divisão, as dez equipes formam dois grupos de cinco, que jogam entre si. Os dois primeiros colocados de cada chave jogam pela semifinal (1ºA x 2ºB e 2ºA x 1ºB), enquanto os que ficaram na terceira e quarta posições disputam de 5º a 8º lugares (4ºA x 3ºB e 3ºA x 4ºB). Os dois estados que ficaram na quinta colocação e o que ficar em oitavo descem para a segunda divisão. Serão sete dias de disputa pelo titulo brasileiro.
Na segunda divisão, as oito equipes formam dois grupos de quatro. Os dois primeiros colocados de cada chave jogam pela semifinal (1ºA x 2ºB e 2ºA x 1ºB). Além de disputar o título, os vencedores sobem para a primeira divisão. Os perdedores se enfrentam pela medalha de bronze e a última vaga na primeira divisão. Os que ficaram na terceira e quarta posições brigam pela permanência na divisão (4ºA x 3ºB e 3ºA x 4ºB), já que os três últimos colocados descem para a terceira. Durante cinco dias, as equipes vão lutar pelo título e pelo direito de ascender no Brasileiro.
Na terceira divisão, quatro equipes ficam no grupo “A” e cinco formam o grupo “B”. As seleções jogam entre si nas suas respectivas chaves. Os dois primeiros colocados de cada chave jogam pela semifinal (1ºA x 2ºB e 2ºA x 1ºB). Os vencedores se classificam para a segunda divisão e disputam o título. Os perdedores disputam a medalha de bronze e a última vaga na segunda divisão. Os que ficaram na terceira e quarta posições vão disputar de 5º a 8º lugares (4ºA x 3ºB e 3ºA x 4ºB). Quem ficar na quinta posição do grupo “B” automaticamente ficará em nono na classificação geral. A terceira divisão do Brasileiro será disputada em sete dias.

sábado, 23 de janeiro de 2010

MARCELINHA A NOVA REVELAÇÃO DO BASQUETE CARIOCA !!!!

Revelação do basquete pernambucano troca a Ilha do Retiro pela General Severiano, no Rio de Janeiro

marcelinha Desde que começou a ser convocada para disputar o Campeonato Sul-americano de basquete pelo Sport, em 2007, Marcelinha Rocha despertou o interesse do Botafogo-RJ. Passaram-se dois anos e o clube carioca ainda mantinha o desejo de tê-la em seu elenco. No fim do ano passado, veio a proposta oficial para a pernambucana que, com total apoio da família, aceitou o desafio de se transferir para o clube da Estrela Solitária, com apenas 16 anos.

A viagem acontece nesta terça-feira. Nos primeiros dias no Rio de Janeiro, a armadora terá a companhia da mãe, a autônoma Márcia Rocha. Depois de instalar a filha, Márcia retorna. Já Marcelinha assume a responsabilidade inerente aos atletas que optam em morar longe de casa. "Já sei que vou estudar no Colégio Santa Mônica. Como não acertei nada sobre a moradia minha mãe vai comigo. O contrato também vou assinar quando chegar lá. Sei que vou sentir muita falta do chamego da minha família. Tomara que eles possam me visitar sempre", declara a jogadora.

A mudança se deu, sobretudo, pela vontade que Marcela tem de um dia ser convocada para a Seleção Brasileira. Estando num grande centro da modalidade, ela acredita que o caminho se tornará mais fácil. "O basquete carioca tem outro nível técnico. É mais estruturado e também tem mais competições. Acho que vou estar mais perto de chegar a uma seleção", explica Marcelinha, que deu os primeiros passos no basquete graças a uma tia na quadra do Colégio Auxiliadora. Aos 11 anos, começou a defender as cores do Sport.

Seu rendimento nas categorias de bases de Leão logo chamaram a atenção do então treinador, na época, Roberto Dornelas. Em 2008, fez parte do grupo leonino que disputou o Campeonato Nacional adulto. No time do Botafogo, Marcelinha será dirigida por Orlando, mais conhecido pelo apelido de Alfinete.

CATANDUVA É CAMPEÃ DO NACIONAL FEMININO

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catanduva



Catanduva / SP — A equipe do Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) conquistou o título inédito do 12º Campeonato Nacional de Basquete Feminino (CNBF 2009). Na terceira partida da final, Catanduva derrotou o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) por 60 a 59 (32 a 36 no primeiro tempo), fechando em três a zero a série melhor de cinco. O título foi decidido a um segundo do fim do jogo. Ourinhos vencia por 59 a 58, quando a pivô Gilmara converteu a última bola, terminando a partida em 60 a 59 para o time da casa. As cestinhas foram as pivôs Mamá, de Ourinhos, e Gilmara, de Catanduva, com 14 e 11 pontos, respectivamente. A festa foi grande no ginásio Anuar Pachá, lotado com quatro mil torcedores, animados pelo grupo “Street Action”. Gilmara Justino, que fez a cesta da vitória, foi escolhida a MVP do Nacional.

— Foi a vitória do coração. Erramos muito no primeiro tempo e permitimos que Ourinhos abrisse uma boa vantagem. Na etapa final, conseguimos equilibrar a partida e levamos a decisão para os instantes finais. Felizmente o último arremesso acabou sendo meu e converti. Agradeço à torcida que nos apoiou o tempo todo. Agora vamos comemorar porque nós merecemos — comemorou a pivô Gilmara Justino, de Catanduva, eleita MVP do campeonato.

— Estávamos sempre incomodando Ourinhos e detalhes nos separavam do titulo. O resultado foi reflexo do que conquistamos nas duas primeiras partidas, que nos deu uma certa tranquilidade para fechar em casa. Catanduva merece esse título pela dedicação e talento — declarou o técnico de Catanduva Edson Ferreto, que dirigiu a equipe em todas as cinco participações no CNBF.

— Sabíamos que o jogo não seria fácil. Do mesmo jeito que ganhamos em Ourinhos, elas podiam vencer na nossa casa. Provamos que não é fácil derrubar o nosso time. Valeu a pena todo o sacrifício que fizemos. Trabalhamos muito para isso. Treinamos sem descanso no fim do ano e ser campeã é a recompensa pelo esforço que fizemos. Estamos todas de parabéns — disse a armadora Vanessa Gattei, de Catanduva.

— Este ano tivemos algumas dificuldades. Algumas jogadoras chegaram tarde, mas conseguimos compor a equipe e recuperar o primeiro lugar na tabela. Fizemos uma boa semifinal contra Santo André. Na final contra Catanduva, nós não fizemos a lição de casa. Perdemos as partidas em Ourinhos e pagamos um preço alto — explicou o técnico de Ourinhos, Urubatan Paccini.

CATANDUVA (18 + 14 + 15 + 13 = 60)
Vanessa Gattei (9 pts e 8 assistências), Palmira (10), Sílvia (8), Fabiana (9 e 7 rebotes) e Gilmara (11 e 8 rebotes). Depois: Fernanda (3), Êga (5), Ísis (2), Roberta (3) e Joice (0). Técnico: Edson Ferreto.

OURINHOS (24 + 12 + 11 + 12 = 59)
Angela (4pts), Karen (12), Micaela (12), Tatiana (0 e 8 rebotes) e Mamá (14). Depois: Kelly (11 e 6 rebotes), Jennifer (0), Tayara (5) e Mariana (1). Técnico: Urubatan Paccini.

OS CAMPEÕES DO NACIONAL
1998 – Fluminense (RJ) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
1999 – Arcor/Santo André (SP) – Técnica: Laís Elena Aranha
2000 – Paraná Basquete (PR) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2001 – Vasco da Gama (RJ) – Técnica: Maria Helena Cardoso
2002 – São Paulo/Guaru (SP) – Técnico: Alexandre Cato
2003 – Unimed/Americana (SP) – Técnico: Paulo Bassul
2004 – FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2005 – FIO//Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Antonio Carlos Vendramini
2006 – FIO//Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Paulo Bassul.
2007 – FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico Paulo Bassul
2008 – FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (SP) – Técnico: Urubatan Paccini
2009 – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) – Técnico: Edson Ferreto

CATANDUVA NO NACIONAL
2005 – 4º lugar – Técnico: Edson Ferreto
2006 – 2º lugar– Técnico: Edson Ferreto
2007 – 2º lugar– Técnico: Edson Ferreto
2008 – 3º lugar – Técnico: Edson Ferreto
2009 – Campeão – Técnico: Edson Ferreto

PROGRAMAÇÃO – FINAL
— 1º JOGO – Segunda-feira (dia 18 de janeiro)
Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) 56 x 68 Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)
Ginásio Monstrinho – SPORTV2 / AO VIVO
Árbitros: Cristiano Maranho (SC), Fábio Kover (SP) e Márcio Ruziska (PR)

— 2º JOGO – Terça-feira (dia 19 de janeiro)
Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP) 61 x 76 Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)
Ginásio Monstrinho – SPORTV / AO VIVO
Árbitros: Fernando Serpa (RS), Vander Lobosco Jr. (RJ) e Breno Silva (ES)

— 3º JOGO – Quinta-feira (dia 21 de janeiro)
Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) 60 x 59 Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)
Ginásio Anuar Pachá – SPORTV / AO VIVO
Árbitros: Sérgio Pacheco (SP), Jonas Pereira (SP) e Fabiano Huber (GO)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A CIDADE DE COLIDER-MT PODE SEDIAR O SUL-AMERICANDO SUB-15 FEMININO EM 2010

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Rio de Janeiro — O ano de 2010 será bastante agitado para as seleções brasileiras, patrocinadas pela Eletrobrás. O Brasil participará de 27 competições entre torneios amistosos e campeonatos oficiais. A cidade de Colider, que fica a 650km de distancia da capital Cuiabá, no Mato Grosso, poderá receber o Sul-Americano Sub-15 Feminino, no mês de novembro. O torneio é classificatório para a Copa América Sub-16 de 2011. As negociações com a prefeitura já estão bem avançadas e o departamento técnico da Confederação Brasileira de Basketball está confiante.

— A realização da Copa América – Pré-Mundial Adulto Feminino, em setembro no ano passado, motivou a todos em Cuiabá. A cidade ficou muito entusiasmada com o basquete e vimos a possibilidade de fechar uma parceria com o governo de Mato Grosso para trazer o Sul-Americano Sub-15 Feminino para o Brasil. Ainda estamos em negociações, mas está quase tudo certo para que a competição seja realizada na cidade matogrossense — explicou o diretor técnico da CBB, André Alves.

— Para a Federação é sempre um prazer enorme receber competições em Mato Grosso, sejam nacionais ou internacionais. A prefeitura de Colider está muito empenhada em sediar o Sul-Americano e já está providenciando tudo o que é preciso para a realização do campeonato. Já está tudo bastante adiantado e muito em breve vamos bater o martelo — comentou o presidente da Federação Matogrossense de Basquetebol, Cláudio Barreto.

SELEÇÕES BRASILEIRAS ESTÃO COM AGENDA CHEIA EM 2010

Em 2010, os grandes desafios do Brasil serão os Campeonatos Mundiais Adultos da República Tcheca (23 de setembro a 3 de outubro) e da Turquia (28 de agosto a 12 de setembro), respectivamente. Mas antes, as duas seleções vão disputar o Sul-Americano em busca da vaga para o Pré-Olímpico de 2011. A competição feminina será no Chile, de 10 a 14 de agosto, enquanto a masculina será realizada na Colômbia, de 26 a 31 de julho.

As seleções Sub-18 vão aos Estados Unidos disputar a Copa América – Pré-Mundial da categoria. A competição garante vaga no Campeonato Mundial Sub-19 de 2011. O torneio feminino será em Colorado Springs, de 23 a 27 de junho, enquanto o masculino acontece em San Antonio, de 28 de junho a 2 de julho. As duas equipes também vão participar da nona edição dos Jogos Sul-Americanos, que será realizado na cidade colombiana de Medelín, de 20 a 24 de março.

Já pensando nos Jogos Sul-Americanos de 2011, na Copa América de 2012 e no Mundial de 2013, as equipes Sub-16 vão treinar e fazer jogos internacionais para ganhar experiência e tempo de quadra. A seleção sub-15 masculina terá o Sul-Americano, que classifica para a Copa América Sub-16 de 2011.

— Uma das nossas preocupações é com o intercâmbio e, por isso, estamos buscando mais amistosos para as seleções. Queremos nossas equipes bem preparadas não só para as competições deste ano como para os próximos. O contato com outras escolas de basquete e a experiência adquirida com o tempo de quadra são dois fatores importantes para o desenvolvimento dos nossos atletas — finalizou André.

PROGRAMAÇÃO (sujeito a alteração)

— MASCULINO

ADULTO
- Jogos amistosos (julho)
- Campeonato Sul-Americano (26 a 31 de julho – Colômbia)
- Super 4 (agosto – Argentina)
- Super 4 (agosto – Brasil)
- Torneio Internacional (agosto – Espanha)
- Torneio Internacional (agosto – Europa)
- Campeonato Mundial (28 de agosto a 12 de setembro – Turquia)

SUB-18
- Jogos Sul-Americanos (24 a 29 de março – Colômbia)
- Albert Schwitzer Tournament (3 a 10 de abril – Alemanha)
- Jogos amistosos (junho)
- Copa América (28 de junho a 2 de julho – Estados Unidos)

SUB-16
- Torneio Internacional (julho)

SUB-15
- Jogos amistosos (julho e outubro)
- Campeonato Sul-Americano (5 a 9 de outubro – Colômbia)

— FEMININO

ADULTO
- Jogos amistosos (agosto)
- Campeonato Sul-Americano (10 a 14 de agosto – Santiago)
- Super 4 (setembro)
- Torneio Internacional (setembro – França)
- Campeonato Mundial (23 de setembro a 3 de outubro – República Tcheca)

SUB-18
- Jogos Sul-Americanos (24 a 29 de março – Colômbia)
- Torneio Internacional (abril)
- Copa América (23 a 27 de junho – Estados Unidos)

SUB-16
- Torneio Internacional (julho)

SUB-15
- Jogos amistosos (julho e novembro)
- Campeonato Sul-Americano (9 a 13 de novembro - Brasil)

ELETROBRÁS, PATROCINADORA OFICIAL DO BASQUETE BRASILEIRO

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

POR UM ANO PARA MARIA CLÁUDIA, VANESSA, ISABELA, SARAH, NATHALIA, ENTRE OUTRAS

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isabelacosta mariclaudia renata

No mês de dezembro, a CBB realizou as divisões especiais de seus Brasileiros de Base.

Primeiro, o Sub-17 em Matinhos (PR). Depois, o Sub-15, em Caxias (RS).

São Paulo, como de costume, dominou as duas edições, e venceu ambas de forma invicta.

Os números, no entanto, parecem indicar a presença de talentos espalhados também em outras partes do nosso território.

No Sub-17, a cestinha foi a maranhense Maria Cláudia Teixeira (15 anos e 19,3 ppj). A carioca Nathália Lobato (16 anos) foi a mais eficiente, com 20,4 pontos. Outra carioca foi a maior reboteira: Isabela Costa (17 anos e 12,5 rebotes por jogo). Outra maranhense dominou as assistências: Renata Lima, com 8,4 por jogo; além de ser a segunda cestinha da competição, com 17,2 ppj.

No Sub-15, a cestinha foi a mesma: Maria Cláudia alcançou a média de 21 ppj. Uma paulista, Vanessa Gonçalves, dominou os rebotes (11,6) e a eficiência (24,4). E a pernambucana Sarah liderou as assistências (6,4).

Uma análise assim superficial talvez até tranquilize. Há talentos – poderíamos pensar – apesar do abandono das categorias de base.

Mas o que está sendo feito por essas meninas?

Há alguma supervisão? Alguém se importa se nos estados em que elas moram e treinam há apenas dois clubes em atividade? Ou se os torneios locais duram dez dias?

Será que em alguns anos quando elas por ventura chegarem à seleção adulta, repetiremos os comentários: “Fulana não tem fundamentos … Ciclana não tem arremesso… Beltrana não sabe ler o jogo… e ainda é fominha…”?

E quem acredita no oba-oba para 2016 imagina que as jogadoras para essa Olimpíada sairão de onde? Começarão a ser “frabricadas” quando?

Se a realidade incomoda, se terminamos o ano de 2009 angustiados com o envelhecimento de uma geração talentosa e com a indisponibilidade de estrelas pitizentas, a solução passa pela formação de novas jogadoras.

Que nesse novo ano alguém possa olhar por elas.

Feliz 2010!