Com uma cesta da armadora Adrianinha no último segundo da partida, o Brasil venceu o Canadá por 69 a 68 (26 a 36 no primeiro tempo) no Jogo Desafio Eletrobrás, na noite desta quinta-feira (dia 17), em Barueri (SP). A vitória foi um presente para o público da cidade, que apoiou a seleção brasileira nos quase três meses de treinamento. A cestinha foi a canadense Smith, com 17 pontos. As principais pontuadoras brasileiras foram a pivô Alessandra e a armadora Adrianinha, com 12 e 11 pontos, respectivamente. A ala Micaela, com nove pontos e dez assistências, também foi importante para a vitória.
Com uma excelente campanha, a seleção brasileira conquistou o título da Copa América e a vaga no Mundial do ano que vem sem um dos maiores astros do basquete nacional, o pivô Nenê Hilário, do Denver Nuggets. No desembarque com a delegação em São Paulo, o diretor da equipe, Vanderlei Mazzuchini, bancou a volta do pivô assim que ele estiver recuperado da fratura no antebraço esquerdo que o tirou da competição continental, apesar de o técnico Moncho Monsalve demonstrar impaciência com as seguidas ausências do jogador.
Na volta ao Brasil, na manhã desta terça-feira, os titulares Anderson Varejão e Tiago Splitter comentaram sobre a concorrência com o astro dos Nuggets. Mas ambos ficaram incomodados quando questionados sobre as seguidas convocações frustradas de Nenê, que já alegou questões contratuais, familiares e problemas de saúde para não defender a seleção, o que não ocorre desde 2007.
- Eu posso falar por mim, o que eu sei é que agora ele quebrou o braço, teve os problemas dele antes. É um jogador de muito talento e que seria importante para a seleção, mas a gente tem que entender que ele tem os problemas dele - esquivou-se Varejão.
Tiago Splitter disse não ver problemas em disputar uma vaga com Nenê, pelo contrário. Mas também não ficou pouco à vontade com o tema e até “culpou” o marketing na liga americana por ajudar a valorizar os jogadores que a disputam.
- Acho normal essa pressão pelo Nenê por causa do trabalho de mídia. O marketing da NBA é muito forte, não só no Brasil como no mundo inteiro. É natural essa cobrança do Nenê na seleção, mas ele sempre teve problemas para vir: contratuais, lesões, familiares, sei lá... Não sei o que vai acontecer o ano que vem, mas é claro que o Nenê é sempre bem-vindo - comentou Splitter.
Mito da história do basquete mundial, Michael Jordan entrou para o Hall da Fama nesta sexta-feira. Mas apesar de ser o nome mais esperado na cerimônia em Springfield (EUA), o dono de seis títulos da NBA e cinco troféus de MVP recusou ser chamado de o “melhor jogador de todos os tempos” e fez questão de dividir a honra com os outros homenageados da noite: David Robinson, John Stockton, Jerry Sloan e C. Vivian Stringer.
- É um privilégio ser chamado de ‘o melhor’, mas nunca poderia me dar esse apelido, porque não pude enfrentar nenhum dos outros atletas que já estão no Hall da Fama. Portanto, é pedir demais que eu aceite isso. Sinto-me muito orgulhoso por fazer parte deste grupo e, acreditem, vou lembrar sempre deles. Será algo recíproco – disse Jordan.
Último a ser chamado para receber o troféu simbólico de membro do Hall da Fama, Jordan chorou no púlpito durante seu discurso e foi aplaudido de pé pela platéia, que tinha seu ex-técnico Dean Smith, Pat Riley, Jerry Colangelo, Tim Duncan e Scottie Pippen, entre outros. O jogador lembrou do pai, James, que morreu em 1993.
- Se ele estivesse aqui hoje, tenho certeza que estaria comemorando e muito orgulhoso de pela minha carreira e as escolhas que fiz, as boas e ruins – afirmou.
Emocionado, Jordan abriu um sorriso quando ouviu as declarações do armador John Stockton, que fez uma dupla inesquecível nas quadras ao lado do pivô Karl Malone.
- Agredeço a todo o apoio dos meus companheiros de Utah Jazz por me levarem a alcançar o sonho de ser um grande jogador da NBA e da seleção americana. O único que não me ajudou foi Michael – brincou Stockton, lembrando dos dois títulos perdidos por ele para o Chicago Bulls de Jordan.
Após a conquista da Copa América/Pré-Mundial de San Juan pela Seleção Brasileira de basquete, a grande questão que surge é a permanência do técnico espanhol Moncho Monsalve à frente da equipe. Apesar de desconversar, o presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Carlos Nunes, sinalizou que o treinador deve ser mantido no cargo.
"Ele tem contrato até novembro. Depois vamos fazer uma reunião com ele. Quem decide isso é a parte técnica. Vamos ouvir os atletas também, eles foram fundamentais para criarmos essa estrutura da Copa América", disse. "Vi diversas declarações dos jogadores em favor do Moncho", completou.
Como contraponto, Carlos Nunes mostrou-se a favor da nova geração de treinadores brasileiros. "Temos que dar preferência para os técnicos nacionais. Não esses que estão aí há bastante tempo. Acho que devíamos aprimorar o pessoal mais jovem, que está vindo aí", declarou.
A seleção retorna ao Brasil na terça-feira. Desembarcam em São Paulo, às 5h30 (de Brasília), a comissão técnica, desfalcada de Moncho que vai diretamente para a Espanha onde será submetido a uma cirurgia na coluna, e os jogadores Alex, Anderson Varejão, Diego, Giovannoni, Marcelo Huertas, Olivinha e Tiago Splitter.
Leandrinho vai diretamente ao Rio de Janeiro e João Paulo Batista, a Recife. Marcelinho Machado e Jonathan Tavernari vão para os Estados Unidos, enquanto Duda permanece em San Juan.
O Atlanta Dream acaba de vencer o Connecticut Sun, por 88 a 64.
A vitória garante a presença do time nos play-offs da WNBA.
Fazendo 30 a 16 no primeiro quarto, o Dream dominou com surpreendente facilidade o restante da partida.
Em 20’, Érika chegou a um double-double: 15 pontos e 14 rebotes.
Iziane marcou 7 pontos, em 28’.
A cestinha foi Angel McCoghtry com 18 pontos.
O Centro de Excelência do Basquetebol definiu as datas dos festivais nas cidades sedes do projeto em reunião realizada no começo do mês de setembro, onde estiveram presentes os representantes dos municípios participantes das escolinhas de basquetebol. Compareceram os gerentes: Dimas Tisot e Darlan Junior (Curitiba), Sabrina Tuleski (Araucária), Dimas Roberto Sávio (Campo Largo), Marcelo Carneiro (Colombo) e Paulo Eduardo dos Santos (Fazenda Rio Grande).
Ficou definido para o mês de setembro o primeiro festival em Fazenda Rio Grande, já em Araucária, Curitiba e Campo Largo os festivais acontecerão no mês de outubro e finalizando com Colombo em novembro.
O Centro de Excelência do Basquetebol é um projeto de escolinhas da modalidade idealizado pela rainha Hortência Marcari, gerenciado pela Federação Paranaense de Basketball (FPRB), patrocinado pela Unimed Curitiba e realizado em parceria as Prefeituras Municipais.
As escolinhas estão implantadas em Curitiba, que será a sede do projeto, Araucária, Campo Largo, Colombo, Fazenda Rio Grande e em outra cidade que ainda será definida na região metropolitana, atendendo aproximadamente 4.000 crianças e adolescentes em 34 núcleos.
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A Metodista/São Bernardo manteve a liderança isolada do Campeonato Paulista Masculino da Série A-1 – 2009 ao vencer o 'Clássico do Grande ABC', contra a APABA/Santo André, disputado nesta quarta-feira (02 de setembro), por 80 a 76 (39 a 32 no primeiro tempo), no ginásio Municipal Prefeito Celso Daniel (Parque Dom Pedro), na cidade de Santo André (SP), pelo turno da fase inicial. Com este resultado, o time comandado pelo técnico Sidney Coppini Júnior chegou aos nove pontos, em cinco jogos realizados (04 vitórias e 01 derrota), ponteando a competição.
Os destaques foram Daniel (29 pontos e 05 rebotes) e Fabião (15 pontos, 10 rebotes e 02 assistências – double-double), pelo time da casa; Rafú (19 pontos e 05 rebotes) e Pilar (18 pontos, 18 rebotes e 04 assistências – double-double), pelo visitante.
A Metodista/São Bernardo volta à quadra no sábado (05 de setembro), às 17h00, em São Bernardo do Campo (SP), para enfrentar o Americana Basketball. Já a APABA/Santo André, que aparece no sexto lugar, vai buscar a recuperação contra o Pinheiros/Sky, na sexta-feira (04 de setembro), às 20h00, novamente em Santo André (SP).
O Vivo/Franca BC deu seqüência a sua invencibilidade ao derrotar o XV/Cosan/Bom Peixe/Amhpla/Selam, por 97 a 80 (51 a 50 no primeiro tempo), em partida realizada no ginásio Municipal Pedro Murilla Fuentes (Pedrocão), na cidade de Franca (SP). Os principais nomes da partida foram Tony (21 pontos e 05 assistências), Helinho (15 pontos e 03 rebotes) e Rogério (15 pontos, 09 rebotes e 03 assistências), pelo time casa; Telmo (18 pontos e 03 assistências), Will (17 pontos, 02 rebotes e 05 assistências) e Luciano (17 pontos e 04 rebotes), em favor do visitante.
Com a vitória, time francano chegou aos oito pontos, decorrentes de quatro resultados positivos, mantendo a segunda colocação. Já a equipe piracicabana chegou aos quatro pontos, em quatro partidas realizadas, ainda sem vencer na competição, seguindo no 12º lugar.
Apesar do resultado adverso o técnico Lauriberto Brocco, o Broca, da equipe piracicabana, demonstrou satisfação com o desempenho dos atletas e considerou o jogo equilibrado. "Tivemos a infelicidade de errar em algumas finalizações no segundo tempo e o adversário aproveitou o ataque para abrir vantagem. Mas, eu senti que o time amadureceu muito desde a estréia e está evoluindo", relata.
O próximo desafio do Vivo/Franca BC será no sábado (05 de setembro), às 20h00, em Rio Claro (SP), contra o Rio Claro FC/SEME. Já o XV/Cosan/Bom Peixe/Amhpla/Selam buscará a recuperação contra o Paulistano/Amil, na mesma data, só que às 17h00, em Piracicaba (SP).
O GRSA/Itabom/Bauru se reabilitou ao superar o Flextronics/Liga Sorocabana/PMS, mesmo jogando no ginásio Municipal Doutor Gualberto Moreira, na cidade de Sorocaba (SP), por 79 a 77 (40 a 43 no primeiro tempo), em duelo emocionante, decidido apenas nos segundos finais. Os cestinhas foram Ricardo (20 pontos, 06 rebotes e 03 assistências) e Willian (14 pontos e 06 rebotes), pelo anfitrião; Larry (23 pontos, 07 rebotes e 07 assistências) e Alex (20 pontos, 11 rebotes e 03 assistências – double-double), em favor do visitante.
Agora, a equipe dirigida pelo técnico Jorge Guerra (Guerrinha) soma oito pontos, em cinco partidas disputadas (03 vitórias e 02 derrotas), aparecendo na terceira colocação. O representante sorocabano chegou aos seis pontos, em cinco jogos realizados (01 vitória e 04 derrotas), ocupando o quinto lugar.
O Flextronics/Liga Sorocabana vai tentar se reencontrar com a vitória encarando o Pinheiros/Sky, no domingo (06 de setembro), às 18h00, em Sorocaba (SP). Já o GRSA/Itabom/Bauru enfrenta o São José Basketball/Unimed/Vinac, na terça-feira (08 de setembro), às 20h00, em Bauru (SP).
O Rio Claro FC/SEME também se recuperou batendo o Pinheiros/Sky, por 80 a 74 (40 a 36 no primeiro tempo), mesmo jogando no ginásio Poliesportivo do Esporte Clube Pinheiros, na cidade de São Paulo (SP). Os jogadores mais efetivos foram Shamell (34 pontos, 05 rebotes e 03 assistências) e Thiago (16 pontos, 02 rebotes e 02 assistências), pelo time da Capital; Thomas (22 pontos e 07 rebotes) e Thiago (13 pontos e 05 assistências), em favor da agremiação do Interior.
Com a vitória, a equipe de Marcelo Tamião chegou ao quarto lugar, com sete pontos, em cinco jogos realizados (02 vitórias e 03 derrotas). Já o time de Claudio Mortari aparece na 12ª colocação, com quatro pontos, em três jogos disputados (01 vitória e 02 derrotas).
O Pinheiros/Sky buscará a reabilitação contra a APABA/Santo André, na sexta-feira (04 de setembro), ás 20h00, em Santo André (SP). O Rio Claro FC/SEME encara o Vivo/Franca BC, no sábado (05 de setembro), ás 20h00, em Rio claro (SP).
Por fim, o Palmeiras/Lupo/Araraquara foi outro que se reabilitou ao bater o Amigão/Andorinha/AMEA/Assis, por 88 a 75 (40 a 40 no primeiro tempo), em confronto realizado no ginásio Municipal Presidente Castelo Branco (Gigantão), na cidade de Araraquara (SP). Os cestinhas foram Luizinho (22 pontos e 02 assistências), Caio (18 pontos e 04 assistências) e Chico (16 pontos e 07 rebotes), pelo time da casa; John Thomas (14 pontos e 06 rebotes), Otávio (12 pontos e 01 assistência) e Mark Borders (12 pontos e 08 assistências), em favor do visitante.
Com este resultado, os dois times somam seis pontos, em quatro jogos realizados (02 vitórias e 02 derrotas), subindo para o quinto lugar.
O Palmeiras/Lupo/Araraquara encara o São José Basketball/Unimed/Vinac, no sábado (05 de setembro), ás 17h00, novamente em Araraquara (SP). O Amigão/Andorinha/AMEA/Assis buscará a recuperação já nesta quinta-feira (03 de setembro), ás 20h00, na cidade de Americana (SP), contra o Americana Basketball.
Kelly da Silva Santos é um dos principais nomes do garrafão brasileiro. Com 1,92m de altura, a pivô sempre deixa sua marca nas competições internacionais. Com um gancho inconfundível, a jogadora já defendeu o Brasil em três Olimpíadas, conquistando a medalha de bronze em Sydney (2000). A Copa América / Pré-Mundial de Cuiabá, que será realizada de 23 a 27 deste mês, marca o início de mais um ciclo olímpico. O treinamento para a competição é forte, exige dedicação e persistência, características da paulista de 29 anos. Bicampeã do torneio continental (1997/2001), Kelly quer mais um título para sua coleção. Com a experiência adquirida em 13 anos de seleção e nas temporadas no basquete europeu e da WNBA, o garrafão brasileiro estará em boas mãos.
Como foi a temporada 2009 nos clubes?
Comecei na Espanha, no Cadi La Seu D’Urgell. Tive um bom desempenho na Liga Espanhola, inclusive estava entre as cestinhas da competição. Recebi uma proposta do Cesis, da Letônia, e resolvi ir jogar por um tempo lá. Foi uma experiência boa. Ganhamos o Campeonato Nacional e classificamos para a próxima edição da Euroliga. Foi muito bom para mim. A mudança me favoreceu bastante. Depois fui para o Equador, onde defendi o UTE. Fui campeã equatoriana e vice na Liga Sul-Americana de Clubes. Perdemos a final para o time de Ourinhos, o que era compreensível uma vez que a estrutura do basquete no país ainda está em crescimento.
Você está se sentindo bem fisicamente?
Estou me sentindo muito bem. O trabalho na seleção é sempre completo, com musculação, treino pesado em quadra. Não tem moleza e estou conseguindo acompanhar bem o ritmo forte de treinamento. Agora também contamos com alguns exercícios de pilates, que tem ajudado bastante a fortalecer o abdômen e a lombar. Além da nutricionista, que me passou um plano alimentar que fez com que o meu percentual de gordura diminuísse bastante.
E tecnicamente?
Estou bem a vontade com o grupo, tanto as jogadoras como comissão técnica. Semana passada senti um cansaço, mas já me recuperei e estou a todo vapor. Estou com bastante liberdade para jogar e isso ajuda muito porque posso colocar o meu jogo individual a favor do time.
O que você achou da programação da equipe com treinos durante a semana e o fim de semana livre?
Estou achando muito válida a programação do jeito que está. É importante para nós, porque precisamos nos desconectar do basquete por algumas horas. Voltamos melhor, mais focada, com mais vontade ainda de arrebentar nos treinos. A gente desliga um pouco e já sente um pouco de falta da quadra. Isso faz com que a jogadora volte com mais determinação. Além disso, é sempre bom ficar perto da família e amigos, principalmente para quem mora no exterior e não tem essa oportunidade todo fim de semana.
Você não cansa da rotina da seleção?
Para mim é um pouco mais difícil quando a semana é mais longa, ou seja, quando tem treino no sábado. Bate o cansaço físico e temos que recuperar mais rápido para não cair na monotonia. Mas quando se está treinando bem, é sempre gostoso. E eu estou treinando bem, o que faz a semana passar bem rápido. Nem sinto os dias correrem.
A Copa América está chegando. Como está sua expectativa para a competição?
Estou muito animada, ainda mais porque a competição será realizada no Brasil. A última vez que joguei no meu país foi no Mundial de 2006, em São Paulo. Não tem nada melhor do que contar com o apoio da nossa torcida. Acho importante a gente sediar torneios de alto nível como este para ver se as pessoas acordam para o basquete.
A estrutura médica da seleção agora conta com acompanhamento nutricional e ginecológico. O que você está achando dessas novidades?
É bem bacana. Acho que acertaram em cheio ao trazer essas duas profissionais para a equipe. Nos sentimos bem mais tranquila quando as coisas são feitas profissionalmente e pensando no nosso bem estar. Eu sempre fiz acompanhamento com nutricionista. É sempre bom contar com uma pessoa envolvida no esporte, que entenda as nossas necessidades. A Mirtes, nutricionista da seleção adulta feminina, me passou uma dieta que está me favorecendo. Com certeza, me sinto muito bem com a nova alimentação. A ginecologista é muito importante para a mulher. A parte hormonal afeta o nosso humor e desempenho, não só na quadra como na vida pessoal também. E a Tatiana, nossa ginecologista, procura o melhor remédio para cada uma, visando não alterar muito a parte hormonal. Acho que todo trabalho que é feito para ajudar no desempenho em quadra é valido.
O retorno da Helen e da Alessandra veio na hora certa?
A volta delas foi de extrema importância para a seleção brasileira. Desde o Mundial de 2006 até a Olimpíada de 2008, sete jogadoras encerraram a carreira na seleção. É um número alto de baixas num time, que faz muita diferença dentro e fora de quadra. A Helen e a Alessandra têm muita experiência e passam uma segurança muito grande para quem está jogando com elas. Se eu me sinto mais confiante com elas em quadra, imagina as mais novinhas, que estão chegando agora?
O que está achando da estrutura de Barueri?
Estou adorando, nunca fui tão mimada. A gente chega e ganha flores, todo treino tem fruta, um biscoitinho, suco. Nunca tive um tratamento como esse. Realmente, o esquema profissional e cordial de Barueri está se superando. Tudo está sendo feito para que a gente se sinta em casa. O nosso bem–estar é prioridade aqui e isso nos deixa mais tranquilas. É muito bom ter alguém cuidando da gente.
Você acha que o grupo está chegando ao ponto ideal para encarar os adversários na Copa América?
O grupo está muito bem. Estamos treinando forte para chegar cem por cento na Copa América. Queremos a vaga e o título e vamos lutar por isso. Temos uma equipe formada por três gerações do basquete feminino. As mais velhas sempre procuram orientar e as mais novas se esforçam para permanecer no elenco. Todas as atletas estão muito focadas e com o objetivo de começar bem esse novo ciclo olímpico. Para mim é importantíssimo estar na seleção, treinando sempre no meu limite. Aqui eu encontro meninas que estão no meu nível e isso me ajuda a evoluir. É claro que tem a disputa pela posição, mas é uma disputa muito saudável.
Os amistosos contra equipes masculinas de categorias de base estão sendo válidos para a equipe?
A gente faz um esforço muito maior do que contra equipes femininas, já que os homens têm quarenta por cento a mais de capacidade que a mulher. Os meninos correm bastante, interceptam o passe com facilidade. E um treino de alto nível para nós, principalmente na parte física em que temos que buscar o nosso máximo. A briga no garrafão é mais difícil ainda. Eles são mais altos e fortes e, para driblar esse obstáculo, procuro maneiras diferentes de jogar, ampliando minhas opções de movimento em quadra.
A seleção ainda vai enfrentar as equipes da Argentina e do Canadá. Será uma prévia do que vai acontecer na Copa América?
O time da Argentina não é muito alto, mas tem muita raça e determinação. Elas jogam rápido na transição, que é uma das características das argentinas. Contra a nossa equipe, no cinco contra cinco, elas perdem na estatura e no físico, então elas jogam sempre na velocidade. Parece que houve uma boa evolução no Canadá nos jogos que elas fizeram com Cuba. É um time que joga bem organizado, num estilo parecido com o das americanas. As pivôs são pouco experientes, mas são muito altas. Se as jogadoras da WNBA vierem, como a Sutton-Brown, o jogo será melhor ainda, tanto para o nosso treinamento como para o público que for assistir.
Você segue algum ritual antes dos jogos?
Faço algumas orações. Uma coisa bem particular, entre Deus e eu, nada de extraordinário. Não tenho essas coisas de entrar com o pé direito na quadra, usar o mesmo prendedor de cabelo. Não sou nem um pouco supersticiosa.
O que a seleção brasileira significa para você?
Uma das coisas mais importantes na minha vida é defender o Brasil. Enquanto eu tiver condições físicas para jogar pelo meu país, eu vou estar na quadra, vestida com o uniforme verde-amarelo.
Quando você pegou na bola de basquete pela primeira vez, você imaginava que ia chegar onde você está hoje?
Nem me passava pela cabeça. Eu comecei a jogar e em três anos consegui minha vaga na seleção brasileira juvenil. Aconteceu tão rápido que eu nem acreditava direito. Depois de mais quatro anos, eu ingressei na equipe adulta. Acho que a minha estatura, meu tipo físico e meu jogo forte me favoreceram. Foi bem difícil conseguir me manter nas seleções. Tinham várias jogadoras da minha idade ou mais velhas com muita qualidade técnica e física, mas felizmente consegui me destacar e me manter na seleção por esses anos. É sempre uma premiação ser convocada.
O basquete transformou a sua vida?
O basquete é tudo na minha vida. Tudo o que eu e minha família temos, veio pelo basquete. Tenho estabilidade financeira, pude ajudar meus irmãos a se formarem, mas o importante mesmo foi a disciplina e os princípios que o esporte me deu. Por muitas vezes, deixei de sair com meus amigos em prol do basquete. E não me arrependo de nada. Valeu a pena abrir mão de algumas coisas. Hoje, eu vejo alguns conhecidos envolvidos com drogas e penso que se eles tivessem a paixão que eu sempre tive pelo basquete, a vida deles seria bem mais fácil.
E sua família, como se encaixa na sua vida de atleta?
Eu sou a mais nova e sempre fui muito mimada. Como eu moro sozinha na Europa, quando chego no Brasil, minha família me mima mais ainda. Eles acompanham tudo sobre basquete nos jornais, na TV, nos sites. Vão assistir aos amistosos que temos no Brasil. A família é muito importante para mim. Toda a minha força e dedicação vêm da minha família. Sempre quis poder dar uma boa estrutura para eles e esse objetivo me ajudou a superar muita coisa esses anos todos. Hoje eu estou tranquila, porque tenho todos estruturados. Meus irmãos são advogados e tudo que eu preciso, eles resolvem para mim. Minha irmã é professora de português e inglês e, se tenho alguma dúvida, recorro a ela. Hoje eles me retornam me dando suporte em tudo que eu preciso.
![[0001moncho.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmdkTeqGEij08a6M9udNlwlCtsq24Vv6q2O514zTSSOKbweLOS0f98bMmaesZ5Nv64_ZoEC8WUO2aUL7kvQJSLNdG1hmsKT7CPns2ayKqFj-jstnSlTUwGXaBJDJoQlY8JYGU_z70scvQ/s1600/0001moncho.jpg)
Marcelinho foi o cestinha da partida com 23 pontos. Anderson Varejão, seu companheiro de equipe, fez 14 pontos e pegou 10 rebotes. Do lado uruguaio, Mauricio Aguiar marcou 18.
Na sexta-feira, o Brasil enfrenta Porto Rico às 22h (de Brasília), no encerramento da segunda fase. Os horários, no entanto, ainda podem mudar, por causa da chegada de Érika, que nesta quinta foi rebaixada de tempestade para depressão tropical. As mudanças só devem ser anunciadas na manhã de sexta.
Com a derrota, o Uruguai está eliminado. Na melhor das hipóteses, haveria um empate triplo entre uruguaios, dominicanos e canadenses, mas a Celeste ficaria fora no saldo de pontos. Com Brasil, Porto Rico e Argentina classificados para o Mundial, a última vaga será decida na partida entre República Dominicana e Canadá.
O quinteto titular do Brasil contra o Uruguai tinha Diego Pinheiro e JP Batista, que vinham jogando pouco na Copa América. Ao lado deles, Anderson Varejão e os Marcelinhos Huertas e Machado. Leandrinho, com a mão machucada, e Tiago Splitter, que sofreu uma pancada no joelho contra o Canadá, estavam de uniforme no banco, mas foram poupados. Alex, com dores musculares, foi um mero espectador durante todo o primeiro tempo.
O próprio Diego parecia meio surpreso com a chance que ganhou, tanto que logo no início errou uma enterrada sozinho num contra-ataque. Na sequência, o ala se recuperou, somou quatro pontos, e a seleção abriu 9 a 2. A partir deste momento, o time de Moncho sofreu um apagão. Com oito pontos seguidos, a Celeste virou o placar para 10 a 9. Coube a Marcelinho, com dois tiros de três, devolver o Brasil ao comando das ações. Ao fim do primeiro período, o placar era de 22 a 14.
Enquanto Leandrinho, Splitter e Alex viam tudo do banco, o Brasil manteve a boa vantagem no segundo quarto. Dentro da quadra, Machado, Huertas e Tavernari davam conta do recado. Machado acertou seus cinco primeiros chutes de três, e na sequência errou três. Na saída para o intervalo, o Brasil vencia por 44 a 35.
Moncho voltou para a segunda metade com Alex no quinteto. O jogo ficou truncado e o placar estacionou nos 50 a 42. Duas cestas seguidas do armador uruguaio Osimani ligaram o alerta no Brasil, que apertou a defesa. Duda roubou duas bolas, e no ataque Varejão ganhou duas vezes o duelo com o Esteban Batista. O relógio mostrava 62 a 52 na virada para o quarto período.
Moncho mandou Huertas de volta à quadra, mesclando titulares e reservas ao longo do quarto. Com a corda no pescoço, a Celeste não teve fôlego para se recuperar e em nenhum momento chegou a ameaçar a vitória brasileira.
Ao lado dos Estados Unidos, o Brasil é a única seleção presente nas 16 edições da competição.
Com a vaga garantida, a equipe de Moncho vai atrás não apenas do bicampeonato do torneio, mas também da afirmação no cenário mundial.
Para isso, será necessário uma continuidade no trabalho e ajustes em alguns aspectos que o Brasil ainda carece de melhor qualidade, como o seu ataque e o banco de reservas.
"Necessitávamos muito esta classificação para o Mundial. Temos de seguir com a mesma mentalidade para termos sucesso", afirmou o treinador, que ainda é presença incerta no comando da Seleção em 2010.
Caso siga no comando, Moncho terá a missão de montar um grupo mais sólido para a Turquia. Nas partidas mais complicadas, o treinador usou apenas sete jogadores.
Este será um passo a ser dado apenas caso seja confirmada sua renovação contratual. Antes disso, o bjetivo é o título do torneio. Nesta quinta-feira, contra o Uruguai, apenas um jogo para cumprir tabela antes da semifinal no sábado.
O Los Angeles Sparks e o Atlanta Dream se enfrentaram nessa terça na WNBA.
Jogando em Los Angeles, o Atlanta igualou a partida (69-69, o décimo empate entre as equipes ontem) a 4:30 do fim do jogo, com uma cesta de Sancho Lyttle, em uma assistência de Érika.
O time passou a frente, no minuto seguinte, com um lance-livre de Érika (70-69).
Aos 2:36, Iziane acertou uma cesta de 2, seguida de duas de três consecutivas e mais dois lances-livres.
Foi interrompida por Angel McCoughtry, que marcou dois lances livres.
Mas logo depois, Iziane cobrou (e acertou) mais dois lances livres, e deu números finais ao jogo: 84-79.
A brasileira encerrou a partida com 27 pontos (3pts 5/10, 2pts 4/12 e LL 4/4). Ainda teve 4 rebotes e 2 assistências, em 32’.
Sobre a atuação, Iziane disse: “A maioria dos times não consegue me conter quando jogo no máximo da minha velocidade”, ao que a técnica Meadors adicionou: “Iziane foi hoje uma grande líder em quadra.”
Érika somou 5 pontos, 7 rebotes, 4 faltas e 3 assistências, em 17’.
Lisa Leslie foi a cestinha do Sparks, com 24 pontos.
A mais de dois meses do início da segunda edição do Novo Basquete Brasil (NBB), a Liga Nacional de Basquete já divulgou a tabela completa do turno e returno do campeonato, que começará em 1° de novembro. Como o torneio seguirá paralelo ao Paulistão na primeira fase, haverá somente um jogo por semana até janeiro. Em seguida, os times atuarão duas vezes.
Com a presença do presidente da LNB, Kouros Monadjemi, o sorteio da tabela foi realizado nesta sexta-feira, no Pinheiros, em São Paulo. Da mesma forma como foi feito na última edição, haverá a formação de duplas de equipes, que consideraram a localização geográfica para diminuir os custos operacionais de cada clube. Ou seja, sempre haverá duas partidas em casa e duas fora. Como cada time fará 13 confrontos, a tabela inclui uma única sequência de três jogos longe da cidade-sede.
Nesta temporada, os pares são:
1- Flamengo
2 - São José
3 - Paulistano
4 - Pinheiros
5 - Araraquara/Palmeiras
6 - Franca
7 - Assis
8 - Bauru
9 - Brasília
10 - Minas
11- Saldanha da Gama
12 - Cetaf
13 - Londrina
14 - Joinville.
“Matar” os canadenses, como queria Moncho Monsalve, não foi uma missão das mais fáceis. Com a corda no pescoço na Copa América, os adversários do Brasil deram muito trabalho nesta quarta-feira, em San Juan, mas não a ponto de confiscar o passaporte verde-amarelo. Com a vitória por 68 a 59, a seleção de Moncho Monsalve enterra os rivais na Copa América e - o mais importante - garante uma das quatro vagas para o Mundial da Turquia em 2010.
A seleção volta à quadra nesta quinta, para enfrentar o Uruguai, já com a passagem à semifinal assegurada. A missão a partir de agora é manter o ritmo de vitórias e mirar no título da Copa América.
Se a ideia era “matar” o adversário, o primeiro passo era escolher as armas para a missão. E o Brasil escolheu Leandrinho. Ele foi o cestinha da partida: anotou 31 pontos. Pelo Canadá, o maior pontuador foi Levon Kandall, com 12.
Com a esposa Samara Felippo vendo tudo da arquibancada, o ala-armador começou a partida jogando praticamente sozinho. A seleção demorou a se encontrar, com as ações transcorrendo em ritmo de pelada. A defesa não funcionava tão bem como nos confrontos anteriores, e o Canadá ameaçava tomar o controle do placar. O camisa 10 não deixou.
Leandrinho fez duas cestas seguidas de três quando o Brasil perdia por 9 a 3 e manteve o ritmo nos minutos seguintes. A seleção virou o primeiro quarto na frente, com o placar de 18 a 15, sendo que 15 destes 18 pontos saíram pelas mãos do jogador do Phoenix Suns.
No início do segundo período, a defesa começou a se acertar. Moncho mandou Marcelinho Machado à quadra, no lugar de Alex, e colocou Giovannoni no lugar de Splitter quando o pivô sofreu uma falta e levou a mão ao joelho esquerdo. Foi apenas um susto, e Tiago nem precisou receber atendimento médico no banco. A diferença de sete pontos, no entanto, evaporou com duas bobeadas seguidas do Brasil.
A 24 segundos do intervalo, o susto de Splitter virou drama. O pivô cometeu um erro no ataque e, ao trombar com Joel Anthony, foi ao chão. A pancada no joelho esquerdo deixou o pivô catarinense caído por alguns segundos. Ele deixou a quadra amparado pelos companheiros, sem tocar o pé no chão, e caminhou para o vestiário mancando. Àquela altura, o Brasil vencia por 36 a 33.
- Eu quero jogar. O Moncho não queria que eu jogasse no segundo tempo, mas eu insisti.
Na volta para o segundo tempo, Tiago fez pequenas corridas à beira da quadra, tomou um antiinflamatório e ficou no banco esperando. Com a bola quicando, a seleção emplacou uma sequência de 10 a 4 e, enfim, respirou. A diferença foi a oito, mas logo caiu novamente e ficou em magros dois pontos ao fim do período: 52 a 50.
Confira abaixo a classificação e a tabela da Copa América de Basquete:
GRUPO A - 1ª FASE | ||
| 1° | Porto Rico | 8 pontos |
| 2º | Uruguai | 7 pontos |
| 3° | Canadá | 5 pontos |
| 4º | México | 5 pontos |
| 5° | Ilhas Virgens | 4 pontos |
| GRUPO B - 1ª FASE | ||
| 1° | BRASIL | 8 pontos |
| 2º | Argentina | 6 pontos |
| 3º | República Dominicana | 6 pontos |
| 4º | Panamá | 5 pontos |
| 5º | Venezuela | 5 pontos |
| QUARTAS DE FINAL | ||
| 1° | BRASIL | 8 pontos |
| 2° | Argentina | 7 pontos |
| 3° | Porto Rico | 6 pontos |
| 4° | República Dominicana | 6 pontos |
| 5° | Uruguai | 6 pontos |
| 6° | Canadá | 5 pontos |
| 7° | México | 4 pontos |
| 8° | Panamá | 3 pontos |
| GRUPO A | ||
| Quarta, 26 de agosto | 14h30m | Ilhas Virgens 62 x 88 Uruguai |
| Quarta, 26 de agosto | 22h | México 66 x 81 Porto Rico |
| Quinta, 27 de agosto | 17h | Canadá 95 x 40 México |
| Quinta, 27 de agosto | 22h | Porto Rico 85 x 74 Ilhas Virgens |
| Sexta, 28 de agosto | 17h | Ilhas Virgens 67 x 87Canadá |
| Sexta, 28 de agosto | 22h | Uruguai 54 x 71 Porto Rico |
| Sábado, 29 de agosto | 14h30m | México 80 x 63 Ilhas Virgens |
| Sábado, 29 de agosto | 17h | Canadá 69 x 71 Uruguai |
| Domingo, 30 de agosto | 14h30m | Uruguai 54 x 49 México |
| Domingo, 30 de agosto | 22h | Porto Rico 90 x 70 Canadá |
| GRUPO B | ||
| Quarta, 26 de agosto | 17h | República Dominicana 68 x 81 BRASIL |
| Quarta, 26 de agosto | 19h30m | Venezuela 85 x 69 Argentina |
| Quinta, 27 de agosto | 14h30m | Panamá 87 x 100 República Dominicana |
| Quinta, 27 de agosto | 19h30m | BRASIL 87 x 67 Venezuela |
| Sexta, 28 de agosto | 14h30m | Argentina 67 x 76 BRASIL |
| Sexta, 28 de agosto | 19h30m | Venezuela 71 x 80 Panamá |
| Sábado, 29 de agosto | 19h30m | República Dominicana 78 x 73 Venezuela |
| Sábado, 29 de agosto | 22h | Panamá 55 x 80 Argentina |
| Domingo, 30 de agosto | 17h | BRASIL 84 x 64 Panamá |
| Domingo, 30 de agosto | 19h30m | Argentina 89 x 87 República Dominicana |
| QUARTAS DE FINAL | ||
| Terça, 1 de setembro | 14h30m | Uruguai 74 x 80 República Dominicana |
| Terça, 1 de setembro | 17h | Canadá 51 x 67 Argentina |
| Terça, 1 de setembro | 19h30m | México 61 x 92 BRASIL |
| Terça, 1 de setembro | 22h | Porto Rico x Panamá |
| Quarta, 2 de setembro | 14h30m | BRASIL x Canadá |
| Quarta, 2 de setembro | 17h | Panamá x Uruguai |
| Quarta, 2 de setembro | 19h30m | Argentina x México |
| Quarta, 2 de setembro | 22h | República Dominicana x Porto Rico |
| Quinta, 3 de setembro | 14h30m | Canadá x Panamá |
| Quinta, 3 de setembro | 17h | México x República Dominicana |
| Quinta, 3 de setembro | 19h30m | Uruguai x BRASIL |
| Quinta, 3 de setembro | 22h | Porto Rico x Argentina |
| Sexta, 4 de setembro | 14h30m | Panamá x México |
| Sexta, 4 de setembro | 17h | Argentina x Uruguai |
| Sexta, 4 de setembro | 19h30m | República Dominicana x Canadá |
| Sexta, 4 de setembro | 22h | BRASIL x Porto Rico |
| SEMIFINAL | ||
| Sábado, 5 de setembro | 19h30m | 2º colocado nas quartas x 3º colocado nas quartas |
| Sábado, 5 de setembro | 22h | 1º colocado nas quartas x 2º colocado nas quartas |
| FINAL E 3º LUGAR | ||
| Domingo, 6 de setembro | 19h30m | 3º LUGAR - perdedor da 1ª semifinal x perdedor da 2ª semifinal |
| Domingo, 6 de setembro | 22h | 1º LUGAR - vencedor da 1ª semifinal x vencedor da 2ª semifinal |